“Quando acontece a união de forças em torno de uma mesma causa a chance de sucesso aumenta e ficamos esperançosos em saber que o deputado Postal colocou como uma das principais questões para serem debatidas na Assembleia os pedágios gaúchos”, comentou Sossella.
Após uma decisão conjunta da bancada do PDT na ALRS em colocar a necessidade deste debate como um dos pontos principais para 2012, o deputado Sossella pretende propor a criação de uma subcomissão, ligada à Comissão de Serviços Públicos, para tratar especificamente da questão. “O debate se faz necessário porque os contratos vencem em 2013 e precisamos decidir o que a sociedade gaúcha quer agora, o que certamente passa por mais benefícios nas estradas com tarifas mais reduzidas”, salientou Sossella.
Comissão Especial rejeitada
No segundo semestre de 2011 o deputado Gilmar Sossella propôs a criação de uma comissão especial para analisar os contratos de pedágios, mas a proposta foi rejeitada no plenário da ALRS. No dia 16 de agosto, o requerimento que precisava de maioria simples para ser aprovado teve 15 votos favoráveis e 22 contrários.
“Naquele momento esperávamos que a comissão fosse aprovada, mas faz parte do processo legislativo, e por esse entendimento seguimos na luta por essa causa”, argumentou Sossella.
CPI dos pedágios
O tema dos pedágios é tratado pelo deputado Gilmar Sossella (PDT) desde o primeiro ano de mandato dele na ALRS em 2007. Logo no início da atuação no legislativo gaúcho, Sossella presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre os Pólos de Pedágio no estado, que funcionou entre 30 de maio e 30 de setembro de 2007.
Sossella chegou a pedir a prorrogação da CPI por mais 60 dias, devido a dificuldade de obter alguns documentos, mas não teve o pedido aceito. Mesmo assim, o parlamentar destaca que aquele foi um momento de despertar para a questão que entra em processo de decisão neste ano.
“Na CPI nós fizemos vários questionamentos, ouvimos diversos depoimentos e envolvemos representantes dos poderes executivo, legislativo e judiciário, além da sociedade gaúcha. Aquela ação serve hoje como base para o debate que segue em um caminho que já começou a ser trilhado. Não somos contra os pedágios, mas precisamos de um modelo mais justo para o povo gaúcho”, finalizou Gilmar Sossella.
Fonte: AL/RS
