Últimas Notícias

Emenda 29 da Saúde: maioria dos senadores vota de costas para o Brasil



CNM


Mensagens, telefonemas e a constatação da triste realidade da Saúde pública não foram suficientes para sensibilizar a maioria dos senadores da necessidade de votar por mais recursos para a Saúde. Foram mais de cinco horas de discussão sobre a regulamentação da Emenda 29 no Plenário do Senado, luta de mais de 10 anos da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e dos gestores municipais. Foi um dos quoruns mais altos das últimas sessões, pois estavam presentes 71 dos 81 senadores.


Ao final, prevaleceu o que queriam o Palácio do Planalto e a sua base parlamentar: aprovação do projeto com pequenas alterações no texto votado pela Câmara, mas sem incluir a participação da União vinculando 10% de sua receita corrente bruta como investimento obrigatório em Saúde.


De acordo com o texto aprovado e que vai à sanção presidencial, a União destinará à Saúde o valor aplicado no ano anterior acrescido da variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores ao que se referir a lei orçamentária. O substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado 121/2007 ? Complementar – regulamenta a Emenda Constitucional 29/2000 e foi um dos grandes embates, neste ano, entre a base do governo e a oposição.


Na prática, em 2012, a União aplicará o empenhado em 2011 mais a variação do PIB de 2010 para 2011, somando cerca de R$ 86 bilhões. A medida equivale ao que já é feito atualmente pelo governo federal. Para os Estados e Municípios permanecem os porcentuais de 12% e 15%, respectivamente. No texto original estava a definição dos 10% para a União, que acabaram sendo retirados pelo substitutivo da Câmara dos Deputados e reiterado pelo Senado.


Destaques
Algumas pegadinhas foram armadas na proposta do relator, ex-ministro da Saúde e atual senador Humberto Costa (PT-PE). Uma delas pretendia manter no texto a possibilidade de criação de uma nova contribuição para a Saúde ? imposto do cheque.


Destaque de autoria do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), e defendido pelo senador Francisco Dorneles (PP-RJ), foi aprovado por 62 votos a nove retirou do texto os dispositivos relativos à possibilidade de criação de uma contribuição social destinada à Saúde, a chamada CSS, interpretada pela oposição como a recriação da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF).


Igualmente por destaque, foi retirada do texto a vinculação de 10% das receitas brutas da União para a Saúde, prevista no projeto original de autoria do ex-senador e atual governador do Acre, Tião Viana (PT). A proposta não contou com o apoio nem mesmo de seu irmão, o senador Jorge Viana, que também seguiu a orientação do Palácio do Planalto. A votação final apresentou 45 votos contra a inclusão dos 10% e 26 favoráveis.


Já a quarta votação nominal da noite desta quarta-feira, 7 de dezembro, tratou do destaque para retirar a criação do novo imposto do substitutivo aprovado pela Câmara e mantido pelo relator, senador Humberto Costa. Um total de 65 senadores votaram pela retirada da criação da nova contribuição e apenas quatro foram favoráveis.


Na última votação nominal da noite foi aprovado por 70 votos favoráveis e um contra, a exclusão do Fundo Nacional Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) da base de cálculo do montante de recursos que os estados e municípios aplicarão em saúde, no valor de R$ 7 bilhões. Este valor não está sendo acrescentado à Saúde e sim devolvido, corrigindo a alteração feita pelo substitutivo aprovado na Câmara. A aprovação da redação final foi feita por votação simbólica.


Ação da CNM
Em contato com a Agência CNM, os senadores relataram que ao longo da quarta-feira receberam dezenas de telefonemas e mensagens de prefeitos e demais gestores municipais, pedindo pela aprovação da vinculação de 10% da receita da União em programas e ações de Saúde. Dois exemplos: Paulo Paim (PT-RS) contou ter recebido mais de 500 telefonemas e mensagens e, o senador Waldir Raupp (PMDB-RO) e atual presidente do partido, falou em mais de 300 ligações. O senador Ivo Cassol (PP-RO) também registrou na tribuna, as dezenas de ligações que recebeu. Os gestores atenderam a orientação da CNM e fizeram contato com os parlamentares de seus estados.


Gastos com saúde
A proposta aprovada e que será encaminhada à sansão presidencial define quais despesas podem ser consideradas gastos com saúde para que cada ente federativo possa atingir os patamares mínimos definidos pela Emenda Constitucional 29/2000.


De acordo com o projeto, são despesas de Saúde, por exemplo, a vigilância em Saúde (inclusive epidemiológica e sanitária); a capacitação do pessoal do Sistema Único de Saúde (SUS); a produção, compra e distribuição de medicamentos, sangue e derivados; a gestão do sistema público de saúde; as obras na rede física do SUS e a remuneração de pessoal em exercício na área.


Por outro lado, União, Estados e Municípios não poderão considerar como de Saúde as despesas com o pagamento de inativos e pensionistas; a merenda escolar; a limpeza urbana e a remoção de resíduos; as ações de assistência social; e as obras de infraestrutura.


O orçamento da União para 2011 em Ações de Saúde é de R$ 72,6 bilhões. Pela regulamentação da Emenda 29 aprovada na noite de ontem, 7 de dezembro, o orçamento de 2012 deverá alcançar R$ 78,7 bilhões. No entanto, o orçamento aprovado pela Câmara para o próximo ano é de RS 83 bilhões. A aprovação dos 10% da receita da União representaria um orçamento de R$ 93,3 bilhões. Só nessa variação de 20011 para 2012, a Saúde deixará se somar mais R$ 10,3 bilhões que deveriam ser investidos pela União.


O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, considera que esses itens podem impedir, se houver fiscalização, a atual maquiagem que a maioria dos Estados tem feito em relação aos gastos, incluindo despesas com a folha de servidores. ?A CNM não vai abandonar a luta e no próximo ano vamos retomar o tema com o firme propósito de acordar a parte do Plenário do Senado que não quer reconhecer a grave situação da saúde pública. Os Municípios não podem continuar investimento mais de 20% de seus orçamentos em programas e ações de saúde como tem acontecido nos últimos anos, antecipa Ziulkoski.


Relação dos 45 senadores que votaram contra a vinculação dos 10% da receita bruta da União para a Saúde retirando mais de R$ 14 bi do setor só em 2012.















































































































































Nome


Partido/Estado


1 – Ana Rita


PT/ES


2 – Ângela Portela


PT/RS


3 – Anibal Diniz


PT/AC


4 – Antônio Carlos Valadares


PSB/SE


5 – Antônio Russo


PR/MS


6 – Armando Monteiro


PTB/PE


7 – Benedito de Lira


PP/AL


8 – Blairo Maggi


PR/MT


9 – Casildo Maldaner


PMDB/SC


10 – Ciro Nogueira


PP/PI


11 – Cristovam Buarque


PDT/DF


12 – Delcídio Amaral


PT/MS


13 – Eduardo Braga


PMDB/AM


14 – Eduardo Suplicy


PT/SP


15 – Eunício Oliveira


PMDB/CE


16 – Fernando Collor


PTB/AL


17 – Francisco Dorneles


PP/RJ


18 – Gim Argelo


PTB/DF


19 – Humberto Costa


PT/PE


20 – Inácio Arruda


PCdoB/CE


21 – Ivo Cassol


PP/RO


22 – João Capiberibe


PSB/AP


23 – João Durval


PDT/BA


24 – João Ribeiro


PR/TO


25 – João Vicente Claudino


PTB/PI


26 – Jorge Viana


PT/AC


27 – José Pimentel


PT/CE


28 – Kátia Abreu


PSD/TO


29 – Lídice da Mata


PSB/BA


30 – Lindberg Farias


PT/RJ


31 – Luiz Henrique


PMDB/SC


32 – Magno Malta


PR/ES


33 – Marcelo Crivella


PRB/RJ


34 – Marta Suplicy


PT/SP


35 – Renan Calheiros


PMDB/AL


36 – Ricardo Ferraço


PMDB/ES


37 – Rodrigo Rollemberg


PSB/DF


38 – Romero Jucá


PMDB/RR


39 – Sérgio Petecão


PSD/AC


40 – Valdir Raupp


PMDB/RO


41 – Vicentinho Alves


PR/TO


42 – Vital do Rego


PMDB/PB


43 – Walter Pinheiro


PT/BA


44 – Wellington Dias


PT/PI


45 – Acir Gurgacz


PDT/RO


Relação dos 26 senadores que votaram a favor da vinculação dos 10% da receita bruta da União para a Saúde.



















































































Nome


Partido/Estado


1 – Aécio Neves


PSDB/MG


2 – AlfredoiNascimento


PR/AM


3 – Aloysio Nunes Ferreira


PSDB/SP


4 – Álvaro Dias


PDSB/PR


5 – Ana Amélia


PP/RS


6 – Cássio Cunha Lima


PSDB/PB


7 – Cícero Lucena


PSDB/PB


8 – Cyro Miranda


PSDB/GO


9 – Demóstenes Torres


DEM/GO


10 – Flexa Ribeiro


PSDB/PA


11 – Jarbas Vasconcelos


PMDB/PE


12 – Jayme Campos


DEM/MT


13 – José Agripino


DEM/RN


14 – Lauro Andonio


PR/SE


15 – Lobão Filho


PMDB/MA


16 – Lúcia Vânia


PSDB/GO


17 – Marinor Brito


PSOL/PA


18 – Mozarildo Cavalcanti


PTB/RR


19 – Paulo Bauer


PSDB ? SC


20 – Paulo Davim


PV/RN


21 – Paulo Paim


PT/RS


22 – Pedro Simon


PMDB/RS


23 – Pedro Taques


PDT/MA


24 – Randolfe Rodrigues


PSOL/AP


25 – Waldemir Moka


PMDB/MS


Leia também
Emenda 29: Ziulkoski destaca as reivindicações em relação ao projeto


CNM


Mensagens, telefonemas e a constatação da triste realidade da Saúde pública não foram suficientes para sensibilizar a maioria dos senadores da necessidade de votar por mais recursos para a Saúde. Foram mais de cinco horas de discussão sobre a regulamentação da Emenda 29 no Plenário do Senado, luta de mais de 10 anos da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e dos gestores municipais. Foi um dos quoruns mais altos das últimas sessões, pois estavam presentes 71 dos 81 senadores.


Ao final, prevaleceu o que queriam o Palácio do Planalto e a sua base parlamentar: aprovação do projeto com pequenas alterações no texto votado pela Câmara, mas sem incluir a participação da União vinculando 10% de sua receita corrente bruta como investimento obrigatório em Saúde.


De acordo com o texto aprovado e que vai à sanção presidencial, a União destinará à Saúde o valor aplicado no ano anterior acrescido da variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores ao que se referir a lei orçamentária. O substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado 121/2007 ? Complementar – regulamenta a Emenda Constitucional 29/2000 e foi um dos grandes embates, neste ano, entre a base do governo e a oposição.


Na prática, em 2012, a União aplicará o empenhado em 2011 mais a variação do PIB de 2010 para 2011, somando cerca de R$ 86 bilhões. A medida equivale ao que já é feito atualmente pelo governo federal. Para os Estados e Municípios permanecem os porcentuais de 12% e 15%, respectivamente. No texto original estava a definição dos 10% para a União, que acabaram sendo retirados pelo substitutivo da Câmara dos Deputados e reiterado pelo Senado.


Destaques
Algumas pegadinhas foram armadas na proposta do relator, ex-ministro da Saúde e atual senador Humberto Costa (PT-PE). Uma delas pretendia manter no texto a possibilidade de criação de uma nova contribuição para a Saúde ? imposto do cheque.


Destaque de autoria do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), e defendido pelo senador Francisco Dorneles (PP-RJ), foi aprovado por 62 votos a nove retirou do texto os dispositivos relativos à possibilidade de criação de uma contribuição social destinada à Saúde, a chamada CSS, interpretada pela oposição como a recriação da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF).


Igualmente por destaque, foi retirada do texto a vinculação de 10% das receitas brutas da União para a Saúde, prevista no projeto original de autoria do ex-senador e atual governador do Acre, Tião Viana (PT). A proposta não contou com o apoio nem mesmo de seu irmão, o senador Jorge Viana, que também seguiu a orientação do Palácio do Planalto. A votação final apresentou 45 votos contra a inclusão dos 10% e 26 favoráveis.


Já a quarta votação nominal da noite desta quarta-feira, 7 de dezembro, tratou do destaque para retirar a criação do novo imposto do substitutivo aprovado pela Câmara e mantido pelo relator, senador Humberto Costa. Um total de 65 senadores votaram pela retirada da criação da nova contribuição e apenas quatro foram favoráveis.


Na última votação nominal da noite foi aprovado por 70 votos favoráveis e um contra, a exclusão do Fundo Nacional Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) da base de cálculo do montante de recursos que os estados e municípios aplicarão em saúde, no valor de R$ 7 bilhões. Este valor não está sendo acrescentado à Saúde e sim devolvido, corrigindo a alteração feita pelo substitutivo aprovado na Câmara. A aprovação da redação final foi feita por votação simbólica.


Ação da CNM
Em contato com a Agência CNM, os senadores relataram que ao longo da quarta-feira receberam dezenas de telefonemas e mensagens de prefeitos e demais gestores municipais, pedindo pela aprovação da vinculação de 10% da receita da União em programas e ações de Saúde. Dois exemplos: Paulo Paim (PT-RS) contou ter recebido mais de 500 telefonemas e mensagens e, o senador Waldir Raupp (PMDB-RO) e atual presidente do partido, falou em mais de 300 ligações. O senador Ivo Cassol (PP-RO) também registrou na tribuna, as dezenas de ligações que recebeu. Os gestores atenderam a orientação da CNM e fizeram contato com os parlamentares de seus estados.


Gastos com saúde
A proposta aprovada e que será encaminhada à sansão presidencial define quais despesas podem ser consideradas gastos com saúde para que cada ente federativo possa atingir os patamares mínimos definidos pela Emenda Constitucional 29/2000.


De acordo com o projeto, são despesas de Saúde, por exemplo, a vigilância em Saúde (inclusive epidemiológica e sanitária); a capacitação do pessoal do Sistema Único de Saúde (SUS); a produção, compra e distribuição de medicamentos, sangue e derivados; a gestão do sistema público de saúde; as obras na rede física do SUS e a remuneração de pessoal em exercício na área.


Por outro lado, União, Estados e Municípios não poderão considerar como de Saúde as despesas com o pagamento de inativos e pensionistas; a merenda escolar; a limpeza urbana e a remoção de resíduos; as ações de assistência social; e as obras de infraestrutura.


O orçamento da União para 2011 em Ações de Saúde é de R$ 72,6 bilhões. Pela regulamentação da Emenda 29 aprovada na noite de ontem, 7 de dezembro, o orçamento de 2012 deverá alcançar R$ 78,7 bilhões. No entanto, o orçamento aprovado pela Câmara para o próximo ano é de RS 83 bilhões. A aprovação dos 10% da receita da União representaria um orçamento de R$ 93,3 bilhões. Só nessa variação de 20011 para 2012, a Saúde deixará se somar mais R$ 10,3 bilhões que deveriam ser investidos pela União.


O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, considera que esses itens podem impedir, se houver fiscalização, a atual maquiagem que a maioria dos Estados tem feito em relação aos gastos, incluindo despesas com a folha de servidores. ?A CNM não vai abandonar a luta e no próximo ano vamos retomar o tema com o firme propósito de acordar a parte do Plenário do Senado que não quer reconhecer a grave situação da saúde pública. Os Municípios não podem continuar investimento mais de 20% de seus orçamentos em programas e ações de saúde como tem acontecido nos últimos anos, antecipa Ziulkoski.


Relação dos 45 senadores que votaram contra a vinculação dos 10% da receita bruta da União para a Saúde retirando mais de R$ 14 bi do setor só em 2012.















































































































































Nome


Partido/Estado


1 – Ana Rita


PT/ES


2 – Ângela Portela


PT/RS


3 – Anibal Diniz


PT/AC


4 – Antônio Carlos Valadares


PSB/SE


5 – Antônio Russo


PR/MS


6 – Armando Monteiro


PTB/PE


7 – Benedito de Lira


PP/AL


8 – Blairo Maggi


PR/MT


9 – Casildo Maldaner


PMDB/SC


10 – Ciro Nogueira


PP/PI


11 – Cristovam Buarque


PDT/DF


12 – Delcídio Amaral


PT/MS


13 – Eduardo Braga


PMDB/AM


14 – Eduardo Suplicy


PT/SP


15 – Eunício Oliveira


PMDB/CE


16 – Fernando Collor


PTB/AL


17 – Francisco Dorneles


PP/RJ


18 – Gim Argelo


PTB/DF


19 – Humberto Costa


PT/PE


20 – Inácio Arruda


PCdoB/CE


21 – Ivo Cassol


PP/RO


22 – João Capiberibe


PSB/AP


23 – João Durval


PDT/BA


24 – João Ribeiro


PR/TO


25 – João Vicente Claudino


PTB/PI


26 – Jorge Viana


PT/AC


27 – José Pimentel


PT/CE


28 – Kátia Abreu


PSD/TO


29 – Lídice da Mata


PSB/BA


30 – Lindberg Farias


PT/RJ


31 – Luiz Henrique


PMDB/SC


32 – Magno Malta


PR/ES


33 – Marcelo Crivella


PRB/RJ


34 – Marta Suplicy


PT/SP


35 – Renan Calheiros


PMDB/AL


36 – Ricardo Ferraço


PMDB/ES


37 – Rodrigo Rollemberg


PSB/DF


38 – Romero Jucá


PMDB/RR


39 – Sérgio Petecão


PSD/AC


40 – Valdir Raupp


PMDB/RO


41 – Vicentinho Alves


PR/TO


42 – Vital do Rego


PMDB/PB


43 – Walter Pinheiro


PT/BA


44 – Wellington Dias


PT/PI


45 – Acir Gurgacz


PDT/RO


Relação dos 26 senadores que votaram a favor da vinculação dos 10% da receita bruta da União para a Saúde.



















































































Nome


Partido/Estado


1 – Aécio Neves


PSDB/MG


2 – AlfredoiNascimento


PR/AM


3 – Aloysio Nunes Ferreira


PSDB/SP


4 – Álvaro Dias


PDSB/PR


5 – Ana Amélia


PP/RS


6 – Cássio Cunha Lima


PSDB/PB


7 – Cícero Lucena


PSDB/PB


8 – Cyro Miranda


PSDB/GO


9 – Demóstenes Torres


DEM/GO


10 – Flexa Ribeiro


PSDB/PA


11 – Jarbas Vasconcelos


PMDB/PE


12 – Jayme Campos


DEM/MT


13 – José Agripino


DEM/RN


14 – Lauro Andonio


PR/SE


15 – Lobão Filho


PMDB/MA


16 – Lúcia Vânia


PSDB/GO


17 – Marinor Brito


PSOL/PA


18 – Mozarildo Cavalcanti


PTB/RR


19 – Paulo Bauer


PSDB ? SC


20 – Paulo Davim


PV/RN


21 – Paulo Paim


PT/RS


22 – Pedro Simon


PMDB/RS


23 – Pedro Taques


PDT/MA


24 – Randolfe Rodrigues


PSOL/AP


25 – Waldemir Moka


PMDB/MS


Leia também
Emenda 29: Ziulkoski destaca as reivindicações em relação ao projeto

Fonte: CNM

Como citar e referenciar este artigo:
NOTÍCIAS,. Emenda 29 da Saúde: maioria dos senadores vota de costas para o Brasil. Florianópolis: Portal Jurídico Investidura, 2011. Disponível em: https://investidura.com.br/noticias/ultimas-noticias/emenda-29-da-saude-maioria-dos-senadores-vota-de-costas-para-o-brasil/ Acesso em: 18 fev. 2026
Sair da versão mobile