CNM
Ao final, prevaleceu o que queriam o Palácio do Planalto e a sua base parlamentar: aprovação do projeto com pequenas alterações no texto votado pela Câmara, mas sem incluir a participação da União vinculando 10% de sua receita corrente bruta como investimento obrigatório em Saúde.
De acordo com o texto aprovado e que vai à sanção presidencial, a União destinará à Saúde o valor aplicado no ano anterior acrescido da variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores ao que se referir a lei orçamentária. O substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado 121/2007 ? Complementar – regulamenta a Emenda Constitucional 29/2000 e foi um dos grandes embates, neste ano, entre a base do governo e a oposição.
Na prática, em 2012, a União aplicará o empenhado em 2011 mais a variação do PIB de 2010 para 2011, somando cerca de R$ 86 bilhões. A medida equivale ao que já é feito atualmente pelo governo federal. Para os Estados e Municípios permanecem os porcentuais de 12% e 15%, respectivamente. No texto original estava a definição dos 10% para a União, que acabaram sendo retirados pelo substitutivo da Câmara dos Deputados e reiterado pelo Senado.
Destaques
Algumas pegadinhas foram armadas na proposta do relator, ex-ministro da Saúde e atual senador Humberto Costa (PT-PE). Uma delas pretendia manter no texto a possibilidade de criação de uma nova contribuição para a Saúde ? imposto do cheque.
Destaque de autoria do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), e defendido pelo senador Francisco Dorneles (PP-RJ), foi aprovado por 62 votos a nove retirou do texto os dispositivos relativos à possibilidade de criação de uma contribuição social destinada à Saúde, a chamada CSS, interpretada pela oposição como a recriação da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF).
Igualmente por destaque, foi retirada do texto a vinculação de 10% das receitas brutas da União para a Saúde, prevista no projeto original de autoria do ex-senador e atual governador do Acre, Tião Viana (PT). A proposta não contou com o apoio nem mesmo de seu irmão, o senador Jorge Viana, que também seguiu a orientação do Palácio do Planalto. A votação final apresentou 45 votos contra a inclusão dos 10% e 26 favoráveis.
Já a quarta votação nominal da noite desta quarta-feira, 7 de dezembro, tratou do destaque para retirar a criação do novo imposto do substitutivo aprovado pela Câmara e mantido pelo relator, senador Humberto Costa. Um total de 65 senadores votaram pela retirada da criação da nova contribuição e apenas quatro foram favoráveis.
Na última votação nominal da noite foi aprovado por 70 votos favoráveis e um contra, a exclusão do Fundo Nacional Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) da base de cálculo do montante de recursos que os estados e municípios aplicarão em saúde, no valor de R$ 7 bilhões. Este valor não está sendo acrescentado à Saúde e sim devolvido, corrigindo a alteração feita pelo substitutivo aprovado na Câmara. A aprovação da redação final foi feita por votação simbólica.
Em contato com a Agência CNM, os senadores relataram que ao longo da quarta-feira receberam dezenas de telefonemas e mensagens de prefeitos e demais gestores municipais, pedindo pela aprovação da vinculação de 10% da receita da União em programas e ações de Saúde. Dois exemplos: Paulo Paim (PT-RS) contou ter recebido mais de 500 telefonemas e mensagens e, o senador Waldir Raupp (PMDB-RO) e atual presidente do partido, falou em mais de 300 ligações. O senador Ivo Cassol (PP-RO) também registrou na tribuna, as dezenas de ligações que recebeu. Os gestores atenderam a orientação da CNM e fizeram contato com os parlamentares de seus estados.
Gastos com saúde
A proposta aprovada e que será encaminhada à sansão presidencial define quais despesas podem ser consideradas gastos com saúde para que cada ente federativo possa atingir os patamares mínimos definidos pela Emenda Constitucional 29/2000.
De acordo com o projeto, são despesas de Saúde, por exemplo, a vigilância em Saúde (inclusive epidemiológica e sanitária); a capacitação do pessoal do Sistema Único de Saúde (SUS); a produção, compra e distribuição de medicamentos, sangue e derivados; a gestão do sistema público de saúde; as obras na rede física do SUS e a remuneração de pessoal em exercício na área.
Por outro lado, União, Estados e Municípios não poderão considerar como de Saúde as despesas com o pagamento de inativos e pensionistas; a merenda escolar; a limpeza urbana e a remoção de resíduos; as ações de assistência social; e as obras de infraestrutura.
O orçamento da União para 2011 em Ações de Saúde é de R$ 72,6 bilhões. Pela regulamentação da Emenda 29 aprovada na noite de ontem, 7 de dezembro, o orçamento de 2012 deverá alcançar R$ 78,7 bilhões. No entanto, o orçamento aprovado pela Câmara para o próximo ano é de RS 83 bilhões. A aprovação dos 10% da receita da União representaria um orçamento de R$ 93,3 bilhões. Só nessa variação de 20011 para 2012, a Saúde deixará se somar mais R$ 10,3 bilhões que deveriam ser investidos pela União.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, considera que esses itens podem impedir, se houver fiscalização, a atual maquiagem que a maioria dos Estados tem feito em relação aos gastos, incluindo despesas com a folha de servidores. ?A CNM não vai abandonar a luta e no próximo ano vamos retomar o tema com o firme propósito de acordar a parte do Plenário do Senado que não quer reconhecer a grave situação da saúde pública. Os Municípios não podem continuar investimento mais de 20% de seus orçamentos em programas e ações de saúde como tem acontecido nos últimos anos, antecipa Ziulkoski.
Relação dos 45 senadores que votaram contra a vinculação dos 10% da receita bruta da União para a Saúde retirando mais de R$ 14 bi do setor só em 2012.
Nome | Partido/Estado |
1 – Ana Rita | PT/ES |
2 – Ângela Portela | PT/RS |
3 – Anibal Diniz | PT/AC |
4 – Antônio Carlos Valadares | PSB/SE |
5 – Antônio Russo | PR/MS |
6 – Armando Monteiro | PTB/PE |
7 – Benedito de Lira | PP/AL |
8 – Blairo Maggi | PR/MT |
9 – Casildo Maldaner | PMDB/SC |
10 – Ciro Nogueira | PP/PI |
11 – Cristovam Buarque | PDT/DF |
12 – Delcídio Amaral | PT/MS |
13 – Eduardo Braga | PMDB/AM |
14 – Eduardo Suplicy | PT/SP |
15 – Eunício Oliveira | PMDB/CE |
16 – Fernando Collor | PTB/AL |
17 – Francisco Dorneles | PP/RJ |
18 – Gim Argelo | PTB/DF |
19 – Humberto Costa | PT/PE |
20 – Inácio Arruda | PCdoB/CE |
21 – Ivo Cassol | PP/RO |
22 – João Capiberibe | PSB/AP |
23 – João Durval | PDT/BA |
24 – João Ribeiro | PR/TO |
25 – João Vicente Claudino | PTB/PI |
26 – Jorge Viana | PT/AC |
27 – José Pimentel | PT/CE |
28 – Kátia Abreu | PSD/TO |
29 – Lídice da Mata | PSB/BA |
30 – Lindberg Farias | PT/RJ |
31 – Luiz Henrique | PMDB/SC |
32 – Magno Malta | PR/ES |
33 – Marcelo Crivella | PRB/RJ |
34 – Marta Suplicy | PT/SP |
35 – Renan Calheiros | PMDB/AL |
36 – Ricardo Ferraço | PMDB/ES |
37 – Rodrigo Rollemberg | PSB/DF |
38 – Romero Jucá | PMDB/RR |
39 – Sérgio Petecão | PSD/AC |
40 – Valdir Raupp | PMDB/RO |
41 – Vicentinho Alves | PR/TO |
42 – Vital do Rego | PMDB/PB |
43 – Walter Pinheiro | PT/BA |
44 – Wellington Dias | PT/PI |
45 – Acir Gurgacz | PDT/RO |
Relação dos 26 senadores que votaram a favor da vinculação dos 10% da receita bruta da União para a Saúde.
Nome | Partido/Estado |
1 – Aécio Neves | PSDB/MG |
2 – AlfredoiNascimento | PR/AM |
3 – Aloysio Nunes Ferreira | PSDB/SP |
4 – Álvaro Dias | PDSB/PR |
5 – Ana Amélia | PP/RS |
6 – Cássio Cunha Lima | PSDB/PB |
7 – Cícero Lucena | PSDB/PB |
8 – Cyro Miranda | PSDB/GO |
9 – Demóstenes Torres | DEM/GO |
10 – Flexa Ribeiro | PSDB/PA |
11 – Jarbas Vasconcelos | PMDB/PE |
12 – Jayme Campos | DEM/MT |
13 – José Agripino | DEM/RN |
14 – Lauro Andonio | PR/SE |
15 – Lobão Filho | PMDB/MA |
16 – Lúcia Vânia | PSDB/GO |
17 – Marinor Brito | PSOL/PA |
18 – Mozarildo Cavalcanti | PTB/RR |
19 – Paulo Bauer | PSDB ? SC |
20 – Paulo Davim | PV/RN |
21 – Paulo Paim | PT/RS |
22 – Pedro Simon | PMDB/RS |
23 – Pedro Taques | PDT/MA |
24 – Randolfe Rodrigues | PSOL/AP |
25 – Waldemir Moka | PMDB/MS |
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CNM
Ao final, prevaleceu o que queriam o Palácio do Planalto e a sua base parlamentar: aprovação do projeto com pequenas alterações no texto votado pela Câmara, mas sem incluir a participação da União vinculando 10% de sua receita corrente bruta como investimento obrigatório em Saúde.
De acordo com o texto aprovado e que vai à sanção presidencial, a União destinará à Saúde o valor aplicado no ano anterior acrescido da variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores ao que se referir a lei orçamentária. O substitutivo da Câmara dos Deputados ao Projeto de Lei do Senado 121/2007 ? Complementar – regulamenta a Emenda Constitucional 29/2000 e foi um dos grandes embates, neste ano, entre a base do governo e a oposição.
Na prática, em 2012, a União aplicará o empenhado em 2011 mais a variação do PIB de 2010 para 2011, somando cerca de R$ 86 bilhões. A medida equivale ao que já é feito atualmente pelo governo federal. Para os Estados e Municípios permanecem os porcentuais de 12% e 15%, respectivamente. No texto original estava a definição dos 10% para a União, que acabaram sendo retirados pelo substitutivo da Câmara dos Deputados e reiterado pelo Senado.
Destaques
Algumas pegadinhas foram armadas na proposta do relator, ex-ministro da Saúde e atual senador Humberto Costa (PT-PE). Uma delas pretendia manter no texto a possibilidade de criação de uma nova contribuição para a Saúde ? imposto do cheque.
Destaque de autoria do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), e defendido pelo senador Francisco Dorneles (PP-RJ), foi aprovado por 62 votos a nove retirou do texto os dispositivos relativos à possibilidade de criação de uma contribuição social destinada à Saúde, a chamada CSS, interpretada pela oposição como a recriação da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF).
Igualmente por destaque, foi retirada do texto a vinculação de 10% das receitas brutas da União para a Saúde, prevista no projeto original de autoria do ex-senador e atual governador do Acre, Tião Viana (PT). A proposta não contou com o apoio nem mesmo de seu irmão, o senador Jorge Viana, que também seguiu a orientação do Palácio do Planalto. A votação final apresentou 45 votos contra a inclusão dos 10% e 26 favoráveis.
Já a quarta votação nominal da noite desta quarta-feira, 7 de dezembro, tratou do destaque para retirar a criação do novo imposto do substitutivo aprovado pela Câmara e mantido pelo relator, senador Humberto Costa. Um total de 65 senadores votaram pela retirada da criação da nova contribuição e apenas quatro foram favoráveis.
Na última votação nominal da noite foi aprovado por 70 votos favoráveis e um contra, a exclusão do Fundo Nacional Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) da base de cálculo do montante de recursos que os estados e municípios aplicarão em saúde, no valor de R$ 7 bilhões. Este valor não está sendo acrescentado à Saúde e sim devolvido, corrigindo a alteração feita pelo substitutivo aprovado na Câmara. A aprovação da redação final foi feita por votação simbólica.
Em contato com a Agência CNM, os senadores relataram que ao longo da quarta-feira receberam dezenas de telefonemas e mensagens de prefeitos e demais gestores municipais, pedindo pela aprovação da vinculação de 10% da receita da União em programas e ações de Saúde. Dois exemplos: Paulo Paim (PT-RS) contou ter recebido mais de 500 telefonemas e mensagens e, o senador Waldir Raupp (PMDB-RO) e atual presidente do partido, falou em mais de 300 ligações. O senador Ivo Cassol (PP-RO) também registrou na tribuna, as dezenas de ligações que recebeu. Os gestores atenderam a orientação da CNM e fizeram contato com os parlamentares de seus estados.
Gastos com saúde
A proposta aprovada e que será encaminhada à sansão presidencial define quais despesas podem ser consideradas gastos com saúde para que cada ente federativo possa atingir os patamares mínimos definidos pela Emenda Constitucional 29/2000.
De acordo com o projeto, são despesas de Saúde, por exemplo, a vigilância em Saúde (inclusive epidemiológica e sanitária); a capacitação do pessoal do Sistema Único de Saúde (SUS); a produção, compra e distribuição de medicamentos, sangue e derivados; a gestão do sistema público de saúde; as obras na rede física do SUS e a remuneração de pessoal em exercício na área.
Por outro lado, União, Estados e Municípios não poderão considerar como de Saúde as despesas com o pagamento de inativos e pensionistas; a merenda escolar; a limpeza urbana e a remoção de resíduos; as ações de assistência social; e as obras de infraestrutura.
O orçamento da União para 2011 em Ações de Saúde é de R$ 72,6 bilhões. Pela regulamentação da Emenda 29 aprovada na noite de ontem, 7 de dezembro, o orçamento de 2012 deverá alcançar R$ 78,7 bilhões. No entanto, o orçamento aprovado pela Câmara para o próximo ano é de RS 83 bilhões. A aprovação dos 10% da receita da União representaria um orçamento de R$ 93,3 bilhões. Só nessa variação de 20011 para 2012, a Saúde deixará se somar mais R$ 10,3 bilhões que deveriam ser investidos pela União.
O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, considera que esses itens podem impedir, se houver fiscalização, a atual maquiagem que a maioria dos Estados tem feito em relação aos gastos, incluindo despesas com a folha de servidores. ?A CNM não vai abandonar a luta e no próximo ano vamos retomar o tema com o firme propósito de acordar a parte do Plenário do Senado que não quer reconhecer a grave situação da saúde pública. Os Municípios não podem continuar investimento mais de 20% de seus orçamentos em programas e ações de saúde como tem acontecido nos últimos anos, antecipa Ziulkoski.
Relação dos 45 senadores que votaram contra a vinculação dos 10% da receita bruta da União para a Saúde retirando mais de R$ 14 bi do setor só em 2012.
Nome | Partido/Estado |
1 – Ana Rita | PT/ES |
2 – Ângela Portela | PT/RS |
3 – Anibal Diniz | PT/AC |
4 – Antônio Carlos Valadares | PSB/SE |
5 – Antônio Russo | PR/MS |
6 – Armando Monteiro | PTB/PE |
7 – Benedito de Lira | PP/AL |
8 – Blairo Maggi | PR/MT |
9 – Casildo Maldaner | PMDB/SC |
10 – Ciro Nogueira | PP/PI |
11 – Cristovam Buarque | PDT/DF |
12 – Delcídio Amaral | PT/MS |
13 – Eduardo Braga | PMDB/AM |
14 – Eduardo Suplicy | PT/SP |
15 – Eunício Oliveira | PMDB/CE |
16 – Fernando Collor | PTB/AL |
17 – Francisco Dorneles | PP/RJ |
18 – Gim Argelo | PTB/DF |
19 – Humberto Costa | PT/PE |
20 – Inácio Arruda | PCdoB/CE |
21 – Ivo Cassol | PP/RO |
22 – João Capiberibe | PSB/AP |
23 – João Durval | PDT/BA |
24 – João Ribeiro | PR/TO |
25 – João Vicente Claudino | PTB/PI |
26 – Jorge Viana | PT/AC |
27 – José Pimentel | PT/CE |
28 – Kátia Abreu | PSD/TO |
29 – Lídice da Mata | PSB/BA |
30 – Lindberg Farias | PT/RJ |
31 – Luiz Henrique | PMDB/SC |
32 – Magno Malta | PR/ES |
33 – Marcelo Crivella | PRB/RJ |
34 – Marta Suplicy | PT/SP |
35 – Renan Calheiros | PMDB/AL |
36 – Ricardo Ferraço | PMDB/ES |
37 – Rodrigo Rollemberg | PSB/DF |
38 – Romero Jucá | PMDB/RR |
39 – Sérgio Petecão | PSD/AC |
40 – Valdir Raupp | PMDB/RO |
41 – Vicentinho Alves | PR/TO |
42 – Vital do Rego | PMDB/PB |
43 – Walter Pinheiro | PT/BA |
44 – Wellington Dias | PT/PI |
45 – Acir Gurgacz | PDT/RO |
Relação dos 26 senadores que votaram a favor da vinculação dos 10% da receita bruta da União para a Saúde.
Nome | Partido/Estado |
1 – Aécio Neves | PSDB/MG |
2 – AlfredoiNascimento | PR/AM |
3 – Aloysio Nunes Ferreira | PSDB/SP |
4 – Álvaro Dias | PDSB/PR |
5 – Ana Amélia | PP/RS |
6 – Cássio Cunha Lima | PSDB/PB |
7 – Cícero Lucena | PSDB/PB |
8 – Cyro Miranda | PSDB/GO |
9 – Demóstenes Torres | DEM/GO |
10 – Flexa Ribeiro | PSDB/PA |
11 – Jarbas Vasconcelos | PMDB/PE |
12 – Jayme Campos | DEM/MT |
13 – José Agripino | DEM/RN |
14 – Lauro Andonio | PR/SE |
15 – Lobão Filho | PMDB/MA |
16 – Lúcia Vânia | PSDB/GO |
17 – Marinor Brito | PSOL/PA |
18 – Mozarildo Cavalcanti | PTB/RR |
19 – Paulo Bauer | PSDB ? SC |
20 – Paulo Davim | PV/RN |
21 – Paulo Paim | PT/RS |
22 – Pedro Simon | PMDB/RS |
23 – Pedro Taques | PDT/MA |
24 – Randolfe Rodrigues | PSOL/AP |
25 – Waldemir Moka | PMDB/MS |
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Fonte: CNM
