O Colegiado do Conselho da Justiça Federal (CJF) aprovou durante sessão realizada hoje (13/12), em Brasília, o relatório apresentado pelo corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Francisco Falcão, referente à inspeção realizada no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) no mês de agosto deste ano. O desembargador federal Vilson Darós, presidente do tribunal, participou da sessão do Colegiado. Na mesma sessão, foi aprovado o relatório da inspeção realizada em outubro no TRF da 5ª Região, apontado também como exemplo de eficiência e de celeridade.
Conforme o corregedor-geral, o TRF da 4ª Região é um dos mais organizados do país. Durante a inspeção, o ministro Falcão disse ter constatado um alto espírito de colaboração entre os magistrados e os servidores da corte, exemplo a ser seguido. Ele destacou que conheceu atitudes inéditas: os desembargadores se oferecem para apoiar colegas com mais acervo e os servidores são unidos e responsáveis na busca dos objetivos.
O sistema de informática do tribunal, de acordo com o ministro, revela-se um dos mais avançados do país. ?A facilidade com que se realizam as suas sessões de julgamento, a imediata publicação das suas decisões, a preocupação com o êxito é a tônica encontrada?, disse o ministro.
Falcão ressaltou também o trabalho desenvolvido pelos desembargadores federais Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz e Néfi Cordeiro, que não possuem nenhum processo pendente em seus gabinetes. O ministro corregedor parabenizou o desembargador federal Vilson Darós pela condução dos trabalhos no TRF4.
No relatório, o ministro aponta a existência de ?inúmeras boas práticas? na 4ª Região, destacando as seguintes: a preocupação com os portadores de necessidades especiais, em especial o acesso aos elevadores, com botões adequados aos usuários ? prática nunca vista em nenhum tribunal inspecionado; a preocupação com a ergonomia em seu mobiliário; o avançado sistema de informática, que torna a elaboração e publicação dos acórdãos algo quase imediato; os espaços adequados para o acervo, em salas organizadas e limpas; e o desenvolvimento do processo eletrônico.
Com informações de Imprensa/CJF
Fonte: TRF4
