O DNIT vai investir, na obra, R$ 824 milhões. Estão previstos viadutos, como os dos acessos aos municípios de Esteio e Canoas, pontes, como a sobre o Rio Gravataí e sobre o arroio Sapucaia, passagens inferiores rodoviárias e ferroviárias. A preocupação com o meio-ambiente é um dos destaques da obra. Dos 4.500 metros projetados em obras-de-arte especiais (pontes, viadutos, elevadas, passagens inferiores e vão estaiado), 2.620 metros referem-se a restrições ambientais, por causa do Parque Estadual Delta do Jacuí.
Além disso, serão construídas também as passagens de fauna efetuadas por túneis sob a rodovia, contenções dos derrames de cargas tóxicas, assim como o benefício ambiental obtido pelo reassentamento da população de baixa renda atingida e a implantação do dique principal formado pelo corpo estradal da rodovia BR-448, atenuando, no futuro, os custos com o sistema contra inundações do rio dos Sinos.
O principal objetivo da obra é resolver o conflito do tráfego na região metropolitana de Porto Alegre. No segmento entre Novo Hamburgo e Porto Alegre, na rodovia BR-116, circula o escoamento de aproximadamente 80% do PIB do Rio Grande do Sul. Então, o tráfego de longo percurso, entre o norte e o sul do país terá maior fluidez. Outro benefício é o crescimento econômico da região, garantido através de empregos diretos e indiretos gerados pelo empreendimento e pela consequente expansão urbano-industrial da região.
Fonte: Presidência
