14 | 12 | 2012
70 novos advogados na última solenidade de entrega de Carteiras da gestão 2010/2012

Na tarde desta quinta-feira (13), 70 novos advogados participaram da última solenidade de entrega de Carteira da gestão 2010/2012 na Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Espírito Santo (OAB-ES). Confira as fotos.
O paraninfo da turma foi o presidente da Comissão Estadual de Advogados em Início de Carreira (CEAIC), Celso Cezar Papaleo Neto. Em sua fala, ele destacou: “A condição de advogados lhes trará prazer, realização pessoal e profissional, mas também muitas responsabilidades. Será necessária muita dedicação e, principalmente, o constante exercício da ética em todas as relações profissionais.”
Celso Papaleo também chamou a atenção para o amor pela profissão: “Exerçam a advocacia com amor, dedicação, entusiasmo e tudo correrá bem, tudo virá a seu tempo. Exerçam a advocacia de forma solidária, pensem que pequenos gestos podem gerar grandes mudanças. Sejam os primeiros juízes da causa. O bom advogado não é só aquele que vence, mas também aquele que diz ao seu cliente para não ingressar em juízo quando este não tem razão. Tenham certeza de que esta postura fortalecerá o respeito profissional que os clientes e a sociedade terão por vocês”, afirmou o paraninfo.
A oradora da turma, Tathyane Sobrinho Neves Flausino, falou sobre ética: “Sejamos éticos não só no discurso, mas também nas atitudes. Tenham consciência da dimensão das conquistas, mas tenham humildade de perceber que o apogeu está longe. Portanto, estudem sempre se atualizem sempre.”
As dificuldades enfrentadas na profissão foram destacadas pelo vice-presidente da OAB-ES, Francisco Guilherme Maria Apolônio Cometti. “Enfrentar dificuldades é tarefa do advogado. As dificuldades serão apresentadas pelo integrante da sociedade e os senhores haverão de transformá-las em soluções desse grande corpo que é a justiça”, disse.
O vice-presidente disse ainda: “O advogado não chega onde os senhores chegaram para discutir coisas simples e fáceis. O advogado tem que operar o direito na sua plenitude. Recorrer é um dever, se a sentença não parecer justa. Errar todos nós erramos, mas façam tudo para acertar”, finalizou.
Fonte: OAB/ES