MP/SC

Dos Gabinetes – Volnei Morastoni divulga experiências catarinenses de práticas integrativas e complementares na saúde


A experiência de Estados e municípios que incorporaram práticas integrativas e complementares (PICs) ao atendimento público de saúde foi apresentada e discutida no I Seminário da Regional Sul, realizado nos dias 2 e 3 de agosto, em Porto Alegre/RS. O deputado Volnei Morastoni (PT) foi um dos palestrantes do encontro que reuniu representantes do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul para socializar informações, avanços e desafios da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS (PNPICs), do Ministério da Saúde.

Morastoni, que preside a Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, foi convidado para falar da experiência desenvolvida em Itajaí, quando foi prefeito do município, entre 2005 e 2008. Nesse período, a partir da criação do Centro Integrado de Terapias Complementares, passaram a ser ofertadas sessões de acupuntura, homeopatia, plantas medicinais e do-in, tudo através do SUS (Sistema Único de Saúde). ?Em Santa Catarina, pelas riquezas de fontes de águas termais, podemos acrescentar o termalismo, além de outras alternativas como a medicina antroposófica, florais, reiki e mais de uma centena de opções?, disse o parlamentar, em pronunciamento na tribuna da Alesc nesta quinta-feira (09).

Morastoni também citou as práticas corporais, a maioria de origem oriental, como o chi-kun, tai chi chuan e lian gong, também debatidas no Seminário. De acordo com ele, felizmente o Brasil está, cada vez mais, aderindo às práticas integrativas, assim como Canadá, Estados Unidos e Austrália. ?Estas práticas se justificam porque são de baixo custo, tem resolutividade e proporcionam alto grau de satisfação?, argumentou.

Outra vantagem, diz, é o atendimento mais humanizado, focado na integralidade do ser humano. ?Dentro dos princípios do SUS, junto com a universalidade e a equidade, há também a integralidade, o paciente tem que ser visto como um todo, não em partes?, explica. Outra preocupação dos gestores de saúde ao adotar estas práticas está relacionada à promoção da saúde, para além da reabilitação. ?Temos um modelo centrado na doença. Precisamos inverter esta lógica perversa e para daqui algumas décadas podermos dizer que há equilíbrio no sistema de saúde?, defende.

Durante o evento em Porto Alegre, também foi discutido sobre a necessidade de financiamento específico para que os municípios possam acessar recursos do Ministério da Saúde e estruturar os serviços e o pagamento dos procedimentos. ?Neste momento eleitoral, a população tem a oportunidade de cobrar dos candidatos o compromisso de incluir estas práticas na rede de atenção primária do SUS?, sugeriu.

O deputado informou que o próximo seminário sobre as PICs será realizado em Santa Catarina e cobrou atenção da Secretaria de Saúde para que o Estado se integre à proposta para respaldar os municípios que queiram estruturar os serviços e proporcionar à população as práticas complementares de saúde.

Foto: Eduardo Gomes Oliveira/Alesc

Assessoria Coletiva | Bancada do PT na Alesc | 48 3221 2824 bancadaptsc@gmail.com

Twitter: @PTnoparlamento | Facebook: PT no Parlamento

Fonte: AL/SC

Como citar e referenciar este artigo:
NOTÍCIAS,. Dos Gabinetes – Volnei Morastoni divulga experiências catarinenses de práticas integrativas e complementares na saúde. Florianópolis: Portal Jurídico Investidura, 2012. Disponível em: https://investidura.com.br/noticias/mpsc/dos-gabinetes-volnei-morastoni-divulga-experiencias-catarinenses-de-praticas-integrativas-e-complementares-na-saude/ Acesso em: 09 mar. 2026
Sair da versão mobile