A juíza Sylvia Marlene de Castro Figueiredo, da 3ª Vara Federal de Sorocaba (SP), abriu processo criminal contra Edinaldo Sebastião da Silva, conhecido como Roberto, e mais oito envolvidos por contrabando de cigarros. Essa é a quinta vez que o Ministério Público Federal em Sorocaba denuncia Edinaldo por contrabando.
A Justiça negou, no entanto, o pedido de prisão preventiva de Edinaldo, que já foi condenado por duas vezes. Em uma das ações, ele recebeu pena de quatro anos e seis meses de reclusão por crimes de formação de quadrilha e contrabando de cigarros. Esse processo se encontra no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, onde Edinaldo recorre da decisão. Em outra ação, foi condenado a dois anos e quatro meses de reclusão por contrabando.
Desta vez, no dia 14 de setembro, policiais militares encontraram em uma chácara localizada próxima ao Jóquei Clube de Sorocaba, de propriedade de Edinaldo, 550 mil maços de cigarros de importação proibida. A mercadoria, que veio do Paraguai, ainda estava dentro de um caminhão baú e foi avaliada pela Receita Federal em R$ 579.241,93.
No momento em que a polícia chegou ao local, pessoas que trabalham para Edinaldo escoltavam e descarregavam a carga contrabandeada. São eles: Gilvan da Costa, Valdene Saturnino Leite, Ivaldo Batista da Silva, José Lúcio Vieira de Barros, Josimar Borges da Silva, Edmilson Eufrásio Leite, João Ferreira de Lima, que foram denunciados juntamente com a mulher de Edinaldo, Andreia Ribeiro da Silva.
A procuradora da República em Sorocaba Elaine Cristina de Sá Proença pediu a prisão preventiva de Edinaldo, pois, mesmo já tendo sido condenado, voltou a praticar o contrabando de cigarros, fato que representa perigo à ordem pública.
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Fonte: MPF
