
Durante o encontro, o grupo, formado por magistrados de diferentes partes do país, debate medidas capazes de otimizar o funcionamento desses órgãos judiciais. “Os juizados, desde sua criação, registram grande aceitação do público. Não podemos permitir que o seu sucesso, ao atrair um número cada vez maior de processos, acabe por sufocá-lo e equipará-lo, em relação aos prazos processuais, aos apresentados pela justiça comum”, afirmou o juiz auxiliar da corregedoria nacional.
Nas reuniões realizadas nos estados, o comitê conhece as peculiaridades locais e levanta iniciativas de sucesso que, posteriormente, serão padronizadas e levadas aos demais juizados especiais brasileiros. Em Florianópolis, o grupo vai conhecer o trabalho desenvolvido no núcleo de conciliação do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, que soluciona conflitos judiciais por meio de acordo amigável entre as partes, de forma a desafogar o estoque processual.
Agência CNJ de Notícias, com informações do TJSC
Fonte: CNJ
