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Em nota técnica, CNJ defende que a investigação criminal não deve ser exclusiva

Aprovada ontem (11) no plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Nota Técnica produzida pela entidade já está disponível.

No texto, o CNJ entende que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 37 de 2011, que define a investigação criminal como competência exclusiva da polícia judiciária, “traz ao ordenamento jurídico brasileiro inovação altamente lesiva ao interesse social”.  O CNJ reconhece o papel das polícias na persecução criminal, mas entende também que a exclusividade da investigação criminal insere restrição “injustificada” no ordenamento jurídico.

“Seria desastroso para a democracia brasileira e para a eficiência do sistema criminal que uma única instituição concentrasse todos os poderes investigatórios”. De acordo com a Nota Técnica, a PEC 37 terá por consequência “o afastamento entre os órgãos públicos competentes à elucidação de delitos, propósito que é frontalmente contrário aos interesses do Estado e afrontoso à sociedade”.

Clique aqui para acessar a Nota Técnica do CNJ na integra

 

 

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Fonte: CONAMP

Como citar e referenciar este artigo:
NOTÍCIAS,. Em nota técnica, CNJ defende que a investigação criminal não deve ser exclusiva. Florianópolis: Portal Jurídico Investidura, 2013. Disponível em: https://investidura.com.br/noticias/conamp/em-nota-tecnica-cnj-defende-que-a-investigacao-criminal-nao-deve-ser-exclusiva/ Acesso em: 17 mar. 2026
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