
O PJe, desenvolvido pelo CNJ em parceria com os tribunais, permite unificar com segurança e racionalização a tramitação de demandas judiciais, eliminando totalmente o uso do papel nos processos judiciais. O sistema elimina também inúmeras rotinas burocráticas, executadas manualmente por servidores. Com a automação, não haverá mais perda de tempo com tarefas burocráticas, criando condições para dar maior celeridade ao andamento dos processos.
Depois da apresentação do sistema pelo juiz Paulo Cristóvão, auxiliar da Presidência do CNJ, os desembargadores Gisele Pereira Alexandrino (presidente do TRT da 12ª Região), Paulo Roberto de Oliveira Lima (presidente do TRF da 5ª Região) e Jovaldo Nunes Gomes (presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco) participarão de um debate sobre “expectativas, dificuldades e resultados da implantação do PJe”.
Caberá ao ministro Aloysio Correa da Veiga, diretor da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) falar sobre “os desafios na formação para o PJe”. Já o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Orestes Dalazen, tratará da experiência da justiça trabalhista com o processo eletrônico. A experiência do Judiciário dos estados será relatada pela desembargadora Marilza Maynard Salgado de Carvalho, integrante da comissão executiva do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais de Justiça.
Gilson Luiz Euzébio
Agência CNJ de Notícias
Fonte: CNJ
