
“Toda ameaça a magistrado deve ser considerada grave. Nenhuma ameaça, por qualquer forma que se manifeste, pode ser negligenciada. Então é feita a avaliação dessa ameaça para se saber qual o grau de risco que ela representa. Pode ser tênue ou concreta, mas ela sempre pode, efetivamente, trazer algum risco para o magistrado”, declarou o presidente da AJUFE.
A reunião foi convocada pela corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, que integra a Comissão de Segurança do CNJ juntamente com os conselheiros Jefferson Kravchychyn, Losé Lucio Munhoz, Gilberto Valente Martins e Sílvio Luís da Rocha.
Além da corregedora e dos conselheiros, participaram do encontro o juiz Paulo Lima; o juiz Leão Aparecido Alves, que se declarou impedido de assumir o processo; o ex-corregedor do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Cândido Ribeiro; e o presidente da Associação de Juízes Federais do Brasil (AJUFE), Nino Oliveira Toldo.
Ouça o áudio com os esclarecimentos dados pelo presidente da Ajufe sobre o caso.
Jorge Vasconcellos e Manuel Carlos Montenegro
Agência CNJ de Notícias
Fonte: CNJ
