
Ayres Britto afirmou que a carreira, por não ser atraente como antes, pode resultar na seleção de magistrados menos qualificados, já que a preferência hoje dos candidatos recai sobre órgãos como Advocacia-Geral da União (AGU), Ministérios Públicos, consultorias do Senado e Câmara Federal, além do Banco Central, cartórios e carreiras privadas, que se apresentam mais vigorosas e seguras.
O ministro informou ao plenário do CNJ que está em conversação com as autoridades da República para solução ‘dessa problemática’. “O Judiciário é o Poder que não pode falhar, pois é responsável por concretizar a Constituição, declarou ele.
“Onde os outros (poderes) falham, o Judiciário não poder falhar,” completou Ayres Britto. O programa de valorização busca, segundo ele, não apenas o diálogo como também sugestões e propostas que possam trazer novo impulso e reconhecimento do Judiciário.
Márcio Morais
Agência CNJ de Notícias
Fonte: CNJ
