Marli Moreira
Repórter da Agência Brasil
Além disso, os grupos que vinham apresentando as maiores taxas indicaram perda na velocidade de reajustes: despesas pessoais saiu de um aumento de 0,68% para 0,54% e saúde, de 0,64% para 0,51%. Nos demais grupos ocorreram avanços em relação à primeira prévia e entre eles o que causou maior impacto inflacionário foi o de habitação que passou de 0,38% para 0,43%.
Em transportes, o índice teve alta de 0,02% ante uma variação negativa de 0,01% e em educação, o IPC ficou praticamente estável (0,10%) em relação aos 0,09%, registrados anteriormente.
Edição: Talita Cavalcante
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Fonte: Agência Brasil – Economia
