Crackudo: de vacilão a morto-vivo.
“Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco.” (Edmund Burke) Antes de adentrarmos no mérito da questão do presente texto, quero pedir permissão à língua portuguesa, aos grandes estudiosos e intelectuais e ao povo em geral para usar as palavras chaves do tema, que na verdade […]
