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Gestão, Tecnologia e Qualidade para o Direito
Escrito por Gustavo Rocha    Ter, 16 de Março de 2010 22:38    PDF Imprimir E-mail
Funcionários - rotatividade ou carreira?

 

Não sou especialista em Brasil, mas uma coisa estou habilitado a dizer: Não creiam que mão-de-obra barata ainda seja uma vantagem. (Peter Drucker)

 

Talvez a frase de Drucker fosse o suficiente para responder a pergunta do título, mas alguns empresários (leiam-se também advogados, sócios, diretores e gestores) não vêem desta forma.

 

Porque?

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Escrito por Gustavo Rocha    Sábado, 13 de Março de 2010 22:18    PDF Imprimir E-mail
Marketing, interação, redes e crítica = cliente

 

 

Ah! Tempos bons aqueles em que a venda de um produto ou serviço era baseado unicamente nos P's do marketing: Product (produto), Price(preço), Place (local, distribuição), Promotion (como fazer a promoção) e People (pessoas que irão ver o valor do marketing).

 

Temos hoje um universo bem mais complexo.

 

Complexo e globalizado.

 

Complexo, globalizado e em rede.

 

Complexo, globalizado, em rede e interagindo entre si.

 

É, o cliente já não é mais o mesmo.

 

Ele pesquisa na internet preço, discute com o vendedor o produto, negocia a entrega, compra no cartão de crédito um produto fabricado na China e manda de presente a um amigo na Índia, estando este cliente em férias nas Bahamas em um computador de um hotel qualquer.

 

Cliente hoje debate nas redes sociais com as empresas. Ele critica. Ele quer assistência técnica. Ele quer solução.

 

Não vamos adentrar aquelas pessoas que simplesmente não tem nenhuma razão e - na sua essência - o que elas querem é uma boa discussão.

 

Vamos pensar um exemplo prático. Compro via internet um computador do fabricante Dell.

xPorque pensei neste e não em outro? Algumas dicas:

 

O site deles para montagem do micro é bom;

 

No twitter deles tem sempre promoções;

 

Consigo ter assistência on line a minha disposição;

 

Vamos supor que este micro dê problema de vídeo.

 

Entro em contato com a assistência técnica e vamos supor que não tenha retorno (já presenciei justamente o contrário, mas quero um exemplo negativo), então, vou no twitter e cito meu problema com a Dell.

 

Isto pode se tornar um marketing negativo viral em poucas horas. Imagine que meus seguidores tem problemas com seus computadores e resolvem compartilhar estes problemas também via twitter.

 

Em algumas horas inúmeras pessoas estarão falando literalmente mal de uma marca. De nada adianta marketing e propaganda massiva se quem pode indicar o teu produto diz que ele não presta.

 

O cliente está muito mais preocupado em adquirir confiança, inovação e sobretudo atendimento do que só e unicamente preço.

 

Alguns podem dizer: Ah! com produtos tudo bem, mas em serviços tudo é diferente.

 

É mesmo?

 

Se demonstro a um cliente  que estou preparado para usar o processo eletrônico, ele encontra na minha mesa apenas meu trabalho atual e não pilhas e mais pilhas de papéis, se mantenho ele informado por email ou relatórios de seus processos e outras pequenas atitudes como estas ele vai dar tanta atenção ao meu preço?

 

"Se o cliente quer preço, que ele procure preço. Agora, o cliente que quer diferencial, que procure o produto que ofereço". Gustavo Rocha

 

Não se iluda com o cliente. Esteja um passo na frente dele. Surpreenda-o nos detalhes. Muitos podem ter o mesmo ramo, especificação e qualificação técnica. Contudo, seu sorriso, relatórios, organização, apresentação e modo de agir e falar são únicos.

 

Esta essência faz a diferença no momento de contratar ou não, comprar ou não.

 

Em resumo:

 

"Hoje em dia o marketing extrapola o tradicional, devendo ser interativo, usar as redes sociais e aceitar a crítica do cliente como uma lição de crescimento para que o desenvolvimento empresarial seja pleno e constante". Gustavo Rocha

Pense nisto.

 

 

* Gustavo Rocha, diretor da Consultoria GestaoAdvBr

 

 
Escrito por Gustavo Rocha    Ter, 09 de Março de 2010 22:16    PDF Imprimir E-mail
Planejamento de marketing

 

Quando pensamos em uma ação de marketing temos que ter em mente algumas premissas básicas para que esta atitude não seja um desperdício.

 

Três atitudes considero elementares:

 

Quem?

 

O quê?

 

Como?

 

Em bom português:

 

Quem é o seu público alvo?

 

O que você pode fazer por ele?

 

Como chegar até ele?

 

Não basta dizer que o seu negócio pode fazer tudo pelo cliente. Isto é impossível. Você precisa focar em um determinado público alvo.

 

Não se pode dizer que atende bem um empresário e o consumidor ao mesmo tempo.

 

Pense naquilo que você faz que poucos ou ninguém faz. Não vale dizer que você é honesto. Isto é o básico. Você deve ter um produto, um diferencial que seja palpável. Não precisa ser necessariamente o preço, pode ser um atendimento personalizado, um contato importante que resolve as coisas em menos tempo, enfim, algo que você possa fazer ao cliente que o seu concorrente nem sempre possa ou faz.

 

E muito importante: Como atingir este público alvo? Que ações podem ser tomadas? Ações práticas: Blog, site, jornais, entrevistas, ligações, etc.

 

Tudo depende do seu público alvo, do seu negócio, da sua visão de mercado.

 

Mas, todas as decisões passam por estes três filtros.

 

Pense nisto e mãos a obra!

 

 

 

* Gustavo Rocha, diretor da Consultoria Gestão.Adv.br

 
Escrito por Gustavo Rocha    Ter, 09 de Março de 2010 22:07    PDF Imprimir E-mail
Dia Internacional da Mulher

 

Uma data muito especial. Seja pelo conceito insculpido na decisão de existência do dia (leia aqui), seja pela homenagem que realizamos a nossas mães, esposas, irmãs, filhas, avós.

 

A mulher tem uma capacidade ímpar de ver de uma maneira completamente diferente do homem.

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Escrito por Gustavo Rocha    Sábado, 06 de Março de 2010 20:33    PDF Imprimir E-mail
Processo virtual x Poder Judiciário x Advocacia

 

 

Na semana passada o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Cesar Asfor Rocha, palestrou acerca do processo eletrônico, conforme noticia publicada aqui, debatendo que o processo eletrônico não prejudica o advogado, em fato o auxilia.

 

Dois pontos desta entrevista quero trazer a baila para uma reflexão:

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