Nesse cenário, a atuação conjunta da PGE e da Secretaria de Estado da Fazenda tem se mostrado imprescindível para impedir o vertiginoso aumento da dívida tributária. Por parte da Receita Estadual, os pedidos de registros de novas distribuidoras e sua inclusão em regimes tributários diferenciados são analisados criteriosamente, de modo a evitar prejuízo aos cofres públicos. Por parte da PGE, a atuação para garantir a efetividade dos instrumentos de política fiscal se dá na adoção de medidas judiciais, tanto para a recuperação da dívida já existente, quanto para cassar as liminares de que se valem as empresas distribuidoras para atuar no mercado.
No mês de agosto, a Procuradoria da Região Metropolitana – PRM, ingressou com quatro pedidos para suspender decisões liminares que afastavam os efeitos do Decreto Estadual n° 1742/2011, causando grave prejuízo à ordem pública e econômica paranaense. Em todos os casos, o pedido foi acolhido pela Presidência do Tribunal de Justiça do Paraná, referendando a atual política de combate à sonegação fiscal.
Fonte: PRM – Procuradoria da Região Metropolitana
Fonte: PGE/PR
