É fundamental mostrar que a Justiça Federal da Região Sul não é uma corte encastelada em torre de marfim e, sim, uma instituição próxima da população, que está num evento como a Rio+20, revelando a democratização do Judiciário?. Essa é a opinião do vereador de Porto Alegre e ex-secretário municipal do meio ambiente da capital gaúcha, Beto Moesch.

Vereador Beto Moesch (terceiro a partir da esq.) conversou com
magistrados e servidores do TRF4 na Rio+20
O advogado ambientalista foi recebido por juízes e servidores no estande do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) na Rio+20, nesta segunda-feira (18/6). Moesch ressaltou a importância de instituições públicas, como o TRF4, darem exemplo de participação e debate sobre as questões ambientais em eventos como a Conferência Mundial. ?Por meio dessa aproximação com a sociedade é possível dar credibilidade às iniciativas realizadas no setor?, afirmou.
Em conversa com os juízes federais Ana Inês Latorre e Cândido Alfredo da Silva Leal Júnior e com a assistente social do TRF4, Cátia Segabinazzi, Beto Moesch disse que a Rio+20 vive desafios diferentes dos encontrados na última Conferência Mundial no Brasil. ?Com a Eco92, foram conquistados avanços na área ambiental, já a Rio+20 tem o papel de evitar os retrocessos em matéria de ações governamentais e lei ambiental?, analisa o vereador.

Para o vereador da capital gaúcha, participação da JF da 4ª Região na Rio+20
dá credibilidade às iniciativas realizadas

