Da Redação
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em pronunciamento que abriu as homenagens a Jorge Amado, pelo centenário de seu nascimento, destacou, ao longo de mais de uma hora, a figura humana do escritor baiano e fez uma retrospectiva da vida e da obra do homenageado, citando passagens e fatos históricos que vivenciaram juntos.
Sarney ressaltou a militância política de Jorge Amado, quando foi censurado pela ditadura militar e logo após, partiu para a Argentina, onde escreveu, em espanhol, a biografia de Luís Carlos Prestes – “O Cavaleiro da Esperança”.
Sobre a concepção do romance “Capitães de Areia”, em 1937, afirmou que considera Capitães de Areia “do mesmo nível do livro de Charles Dickens, quando trata da infância pobre e miserável de Londres”.
A popularidade das obras de Jorge Amado também foi destacada por Sarney.
– Os personagens dele são identificados nas ruas, nas casas. Mesmo por quem não leu seus livros – observou Sarney.
Jorge Amado é homenageado, nesta segunda-feira (6), pelo Congresso Nacional, em sessão solene que teve início às 11h25.
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Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Senado
