O presidente da CPMI do Cachoeira, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), iniciou a reunião de hoje explicando o envolvimento de um funcionário do seu gabinete com Francisco Marcelo Queiroga, irmão do braço-direito de Cachoeira, José Olímpio Queiroga.
O funcionário Rui Brito admitiu ter pedido dinheiro emprestado a Francisco, mas disse que a relação com ele é pessoal e afirma que não houve nenhum favorecimento.
O senador pediu aos procuradores e delegados envolvidos nas investigações informações sobre se há indícios de uma participação maior do funcionário no esquema de corrupção.
Segundo notícia publicada pelo jornal O Globo, o assessor aparece em interceptação telefônica da Polícia Federal em conversa com Francisco.
Segundo a reportagem, foram pelo menos duas conversas. Uma em 1º de fevereiro deste ano e outra no dia seguinte. Rui Brito afirmou ao jornal que conhecia Marcelo, mas que não tinha conhecimento sobre a ligação dele com Cachoeira.
A reunião de hoje foi convocada para ouvir três depoimentos relacionados à venda de uma casa do governador de Goiás, Marconi Perillo, paga com cheques de uma empresa ligada ao contraventor Carlos Cachoeira.
Saiba mais sobre a venda da casa de Perillo.
A reunião está sendo realizada na sala 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.
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Fonte: Portal Câmara dos Deputados
