O presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira das Companhias de Energia Elétrica (ABCE), Alexei Marcorin Vivan, defendeu há pouco que as indenizações previstas pelo governo às geradoras de energia elétrica para pagar os investimentos em curso deveriam cobrir os ativos não depreciados (aqueles não perdem com o valor com o passar do tempo) e com base na contabilidade das próprias empresas. “Esses cálculos seguem planos de contas da União, utilizam metodologia internacional e são fiscalizados pela Aneel”, justificou.
A declaração foi feita em reunião da comissão mista que analisa a MP 579/12, que altera o marco regulatório do setor elétrico e prevê redução de 16,2% a 28% das contas de luz a partir de 2013.
O dirigente sustentou ainda que, como a expectativa de lucro não será atingida devido à antecipação das renovações de concessões com as novas regras, essa diferença deveria ser considerada na indenização. “As companhias não podem ser empreiteiras, é importante que tenham condições de investir, fazer melhorias”, afirmou.
Além disso, Vivan defendeu que as indenizações sejam livres de impostos.
A reunião prossegue no Plenário 19 da Ala Senador Alexandre Costa, no Senado.
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Fonte: Portal Câmara dos Deputados
