Na tribuna da Assembleia, o deputado Raul Pont (PT) discorreu, nesta quinta-feira (10), sobre o significado das eleições recentes ocorridas na França e na Grécia. Segundo o deputado, o resultado tem significado político e econômico para o Brasil em virtude do processo de globalização e pela relação de comércio e o peso do bloco europeu na economia mundial.
O petista observou que o povo francês, nas eleições presidenciais, rejeitou a continuidade da proposta e da política de austeridade proposta pela comunidade europeia, representada naquele país pelo presidente Nicolas Sarkozy. Pont entende que mesmo com a vitória do Partido Socialista, ainda há uma grande interrogação em virtude das medidas que serão apresentadas pelo novo governo, que necessita propor uma alternativa do tamanho da crise e dos atuais problemas da União Europeia. O deputado também citou exemplos de eleições anteriores na França onde o PS promoveu políticas clássicas de austeridade já conhecidas, como a diminuição do Estado, controle do Banco Central e da moeda.
Sobre as eleições gregas, o parlamentar apontou que nenhum partido conseguiu maioria, com destaque apenas para o crescimento da esquerda radical. Segundo ele, nessa conjuntura nenhuma das forças políticas presentes no cenário atual conseguirá estabilizar um novo governo, em virtude da Grécia ser parlamentarista. Para o deputado, um acordo para a realização de uma nova eleição pressupõe uma revisão dos acordos recentes já firmados com a União Europeia, alternativa já rechaçada pela cúpula europeia.
O petista observou que o povo francês, nas eleições presidenciais, rejeitou a continuidade da proposta e da política de austeridade proposta pela comunidade europeia, representada naquele país pelo presidente Nicolas Sarkozy. Pont entende que mesmo com a vitória do Partido Socialista, ainda há uma grande interrogação em virtude das medidas que serão apresentadas pelo novo governo, que necessita propor uma alternativa do tamanho da crise e dos atuais problemas da União Europeia. O deputado também citou exemplos de eleições anteriores na França onde o PS promoveu políticas clássicas de austeridade já conhecidas, como a diminuição do Estado, controle do Banco Central e da moeda.
Sobre as eleições gregas, o parlamentar apontou que nenhum partido conseguiu maioria, com destaque apenas para o crescimento da esquerda radical. Segundo ele, nessa conjuntura nenhuma das forças políticas presentes no cenário atual conseguirá estabilizar um novo governo, em virtude da Grécia ser parlamentarista. Para o deputado, um acordo para a realização de uma nova eleição pressupõe uma revisão dos acordos recentes já firmados com a União Europeia, alternativa já rechaçada pela cúpula europeia.
Fonte: AL/RS
