O presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa (CCDH), deputado Miki Breier (PSB), coordenou na manhã desta quarta-feira, dia 30, a reunião da Comissão de Direitos Humanos da Confederação Parlamentar das Américas (Copa). O evento faz parte da XVI Conferência Nacional dos Legisladores, que acontece até sexta-feira, em Natal – RN. A atividade contou com a participação do presidente da Unale, deputado José Luis Tchê.
O encontro debateu a situação dos Haitianos no Brasil e teve presença do ex-deputado federal, Orlando Fantazzini, do encarregado de negócios da Embaixada do Haiti, Madsen Chérubin; e do Padre Rutemarque Crispim, que falou sobre a chegada dos imigrantes no estado do Acre.
Miki Breier apresentou o relatório produzido pela CCDH gaúcha contendo as informações sobre os 175 haitianos que estão trabalhando e vivendo no Rio Grande do Sul. O documento traz ainda o histórico do trabalho da instância no acompanhamento dos imigrantes no estado.
“As fronteiras, durante muito tempo, serviram para separar, para dividir. Agora, é hora de se pensar na unificação: os eventos sociais requerem a superação destes limites”, defendeu o deputado Miki, ao falar sobre a necessidade de o Brasil estar preparado para acolher os irmãos haitianos.
O relatório foi distribuído aos parlamentares de diversos estados brasileiros, além de legisladores da Argentina e da França. Ele também serviu de base para a elaboração de uma série de propostas com relação à imigração haitiana que será apresentada na reunião da Copa, no dia 6 de agosto em Assunção, no Paraguai.
Entre elas, está a que apela para a comunidade internacional e as instituições financeiras para que cumpram com seus engajamentos em prol da consolidação da democracia no Haiti, principalmente garantindo recursos financeiros para a estabilização política, e a que pede que o governo brasileiro dê continuidade às práticas governamentais e iniciativas de auxílio e acolhimento dos haitianos que ingressaram no país.
O encontro debateu a situação dos Haitianos no Brasil e teve presença do ex-deputado federal, Orlando Fantazzini, do encarregado de negócios da Embaixada do Haiti, Madsen Chérubin; e do Padre Rutemarque Crispim, que falou sobre a chegada dos imigrantes no estado do Acre.
Miki Breier apresentou o relatório produzido pela CCDH gaúcha contendo as informações sobre os 175 haitianos que estão trabalhando e vivendo no Rio Grande do Sul. O documento traz ainda o histórico do trabalho da instância no acompanhamento dos imigrantes no estado.
“As fronteiras, durante muito tempo, serviram para separar, para dividir. Agora, é hora de se pensar na unificação: os eventos sociais requerem a superação destes limites”, defendeu o deputado Miki, ao falar sobre a necessidade de o Brasil estar preparado para acolher os irmãos haitianos.
O relatório foi distribuído aos parlamentares de diversos estados brasileiros, além de legisladores da Argentina e da França. Ele também serviu de base para a elaboração de uma série de propostas com relação à imigração haitiana que será apresentada na reunião da Copa, no dia 6 de agosto em Assunção, no Paraguai.
Entre elas, está a que apela para a comunidade internacional e as instituições financeiras para que cumpram com seus engajamentos em prol da consolidação da democracia no Haiti, principalmente garantindo recursos financeiros para a estabilização política, e a que pede que o governo brasileiro dê continuidade às práticas governamentais e iniciativas de auxílio e acolhimento dos haitianos que ingressaram no país.
Fonte: AL/RS
