A censura tem muitos nomes
Bruno de Oliveira Carreirão* Os atos mais autoritários sempre são precedidos das justificativas retóricas mais nobres. Foi em nome de valores tidos por superiores, como democracia, moralidade, bons costumes, justiça social e bem-estar geral, que se cometeram as maiores atrocidades da humanidade. O censor nunca vai classificar seu próprio autoritarismo como censura. Sempre haverá uma […]
