Sociedade

Morte ou Independência. Brasil Ano 2.022

 

 

 

MEU DEUS QUE PAÍS É ESTE?  A nação brasileira ultrapassou cento e noventa milhões de habitantes, mas há uma grande massa de pobres, favelados e analfabetos, gente sem educação, maus exemplos vindos de cima, elite podre e povo sem saúde. Todas estas questões sociais  propiciaram o surgimento de segmentos de oportunistas, de gente sem caráter, maldosa e gente  violenta como o PCC.  

 

O que fazer? A proposta é iniciar os procedimentos para uma nova independência e dar o grito: MORTE OU INDEPENDÊNCIA! Faltam-nos lideranças. Estamos apenas fazendo discursos e mais discursos e o brasileiro é bom nesta arte. O Cacique Mario Juruna dizia: “branco fala demais”!  O Brasil precisa de ação e menos discursos. A dívida externa brasileira surgiu com a independência e nunca mais foi paga, pois pagavam os juros e contraíam mais empréstimos e chegou até hoje.

 

A Noruega um país de apenas quatro e meio milhões de habitantes e um território minúsculo, não tem inflação, nem dívida externa ou interna, é o terceiro país do mundo no índice de desenvolvimento humano e possui uma reserva de quinhentos bilhões de dólares em seu Banco Central, além de estar entre os três primeiros países em renda per capita.

 

A palavra de ordem é ação! Onde está a juventude estudantil ousada do passado? Será que a  maioria quer apenas “sombra, água fresca, crack, rock, cocaína e maconha”.  Ah! e futebol?

 

O Brasil é riquíssimo: com um território imenso e recursos naturais de toda ordem, incluindo minérios, reservas florestais, água potável, petróleo, pois já há comentários que com o Pré-Sal se tornará o oitavo país do globo em produção de petróleo, o que deixará Hugo Chaves com inveja, além tantos outros recursos naturais,  (aliás,  o álcool combustível é a prova da criatividade do brasileiro), agricultura invejável, a maior reserva de terras contínuas do planeta (leia-se terras cultiváveis) e um recurso natural (especial) que se denomina  “nióbio”, estando 90% das reservas mundiais localizadas em nosso querido Brasil. O Contrabando de nióbio chega a mais de setecentos milhões de dólares por mês, o que é assustador. Mas, falta ação.

 

A nova independência terá que ser primeiro aqui, internamente. De que maneira? Politizando e educando este povo que já está se aproximando de duzentos milhões de habitantes. Enquanto continuar os saques de cargas de caminhões acidentados, como ocorreu dia desses numa rodovia em que os produtos transportados foram inteiramente saqueados, não haverá solução. A televisão mostrou que havia gente que transitava pela rodovia com carro importado e parou para ajudar nos saques. Que gente mais “sem vergonha”, desonesta, infiel e malandra. Temos que investir e educar este povo, ensinando-lhe princípios éticos, morais e comportamentais. Mas, “de vez em quando além das palmadas, dar chibatadas em praças públicas”. Desenvolver nas mentes e consciências, o amor ao próximo e pela Pátria.  Aquele pai ou mãe que não colocar o filho da escola deverá ser punido de alguma maneira.

 

 O país necessita de planejamento (como conter o excesso de filhos em algumas camadas sociais?).  Acaso adicionar pílulas anticoncepcionais nas caixas d´água, seria o caso?

 

É chocante as notícias publicadas pela grande imprensa de hoje. “Polícia Federal prepara ação contra empreiteiras”.  As elites  são gananciosas!

 

Quem gritará  pela nova INDEPENDÊNCIA no dia 7 de setembro de 2022, quando haverá o bicentenário da independência?  Os traficantes, os corruptos, os favelados, os índios (que tomarão parte do território e entregarão às elites internacionais), A juventude estudantil  “nóia”?  Ou teremos que implorar ao Mestre Jesus, o Cristo para ressuscitar Tiradentes, D. Pedro I, Marechal Rondon, Duque de Caxias,  Luís Carlos Prestes, Felipe dos Santos, Frei Caneca, Castro Alves e Rui Barbosa, a exemplo de Lázaro, quando determinou: “Lázaro, levanta-te e anda!”.

 

Morte, Independência ou uma nova conspiração! Estas são as palavras de ordem. Sigam-me os que forem verdadeiramente brasileiros.

 

 

* Olavo A. Arruda D´Câmara, Advogado, Professor de Direito Político e Eleitoral e Direito Constitucional. Ex-Secretário Municipal de Educação.

Como citar e referenciar este artigo:
D´CÂMARA, Olavo A. Arruda. Morte ou Independência. Brasil Ano 2.022. Florianópolis: Portal Jurídico Investidura, 2009. Disponível em: https://investidura.com.br/artigos/sociedade/morte-ou-independencia-brasil-ano-2022/ Acesso em: 13 abr. 2024