A Escola Solidária do TST comemora hoje (8) um ano de atividades, no Dia Mundial da Alfabetização. A escola promove a inclusão social dos empregados terceirizados que prestam serviço no Tribunal, com o objetivo de consolidar valores, práticas e comportamentos institucionais socialmente responsáveis para promover o exercício da cidadania, contribuir para o aumento de sua autoestima e consequente aprimoramento no desempenho de suas atribuições.
O projeto faz parte do Programa Sustentabilidade Solidária do TST, cujo objetivo é promover o comportamento ético e socialmente responsável, os direitos humanos, o desenvolvimento integrado do cidadão e a preservação do meio ambiente. O programa envolve ações de responsabilidade social e socioambientais.
As atividades da Escola Solidária são desenvolvidas no intervalo que os terceirizados têm para almoço, e o corpo de instrutores é formado por servidores ativos e inativos que atuam voluntária e gratuitamente em regime de revezamento. Atualmente, 96 terceirizados estão inscritos em nove turmas dos cursos de Alfabetização, Automação, Inglês, Iniciação à Elétrica, Português – 1ª a 3ª série do ensino fundamental, Português ? Gramática e redação – e Supletivo à distância (ensino fundamental e médio), por meio de uma parceria firmada com o Centro de Ensino Supletivo Asa Sul – Cesas. Neste mês, está prevista a abertura de mais dois cursos: Espanhol e Automação para iniciantes.
Zélia Fernandes, servente de limpeza da Planalto Service, já foi aluna da escola e agora trabalha como voluntária. Zélia é enfática em relação ao projeto. ?Acho excelente a idéia, porque estão dando oportunidade para aqueles que não a tiveram, que não têm como frequentar a escola fora do trabalho. Eles aproveitam o horário livre para aprender. Às vezes, não têm oportunidade de estudar fora e também com os colegas, com os voluntários em torno de si, sentem-se mais confiantes do que numa sala mesmo, normal, na escola. Aqui todos se conhecem, e assim se sentem mais à vontade?.
Os voluntários que trabalham na escola valorizam muito o desenvolvimento profissional atingido por cada um dos alunos. ?Muitas vezes eles já estão começando a pensar em concurso, em crescimento profissional, porque foram quebradas as barreiras na Escola Solidária. É um estímulo para procurarem outras coisas além do que fazem aqui, um desenvolvimento? observa Danielle Mota, voluntária.
(Viviane Gomes/CF)
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