O presidente do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região, desembargador federal Olindo Menezes, e o diretor do foro da Justiça Federal do Pará, juiz federal
A instalação da vara ambiental, a primeira da Justiça Federal
O presidente Olindo Menezes ressaltou que a instalação da vara em Belém é a coroação dos esforços para dotar a Justiça Federal de uma vara que tenha a competência especial de julgar questões ambientais, que afetam diretamente as populações do Pará e da Amazônia. “Não podemos, no entanto, passar para as pessoas que amanhã não teremos problemas. Temos de ter em mente que este é, apenas, um ponto de partida. O caminho é difícil e será vencido em médio e longo prazos”, lembrou o desembargador.
Limitações – “Não será a vara de condão que transformará sapos em príncipes”, reforçou o juiz federal Ronaldo Desterro ao destacar que o Poder Judiciário nada pode fazer, além do que preveem as leis, para coibir danos ou conflitos que já aconteceram, estão acontecendo ou se encontram na iminência de acontecer.
O magistrado acrescentou, porém, que a especialização de uma vara ambiental garantirá que os juízes e servidores da 9.ª Vara “tenham como única preocupação as questões ambiental e agrária, do que decorrerá ganho qualitativo e quantitativo da prestação jurisdiconal, refletindo positivamente na repressão aos infratores, no poder geral de intimidação e no desempenho dos órgãos do Executivo que lidam com o controle e a fiscalização da ação humana sobre o meio ambiente”.
A vara ambiental instalada hoje é uma das 230 criadas por lei sancionada no ano passado. Desse total,
O juiz federal substituto
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Tribunal Regional Federal da 1.ª Região
Fonte: TRF1
