Em relação ao caso Tayná, o Ministério Público do Paraná informa que:
Como o inquérito encaminhado pela autoridade policial ao Ministério Público não continha nenhuma informação sobre suposta tortura a que teriam sido submetidos os quatro rapazes presos como suspeitos do crime, novo procedimento investigatório foi aberto para apurar essa questão e promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) foram especialmente designados pela Procuradoria-Geral de Justiça para atuar, em conjunto com a Promotoria de Justiça de Colombo, na investigação.
Os promotores de Justiça estiveram na tarde desta quinta-feira (11), na Casa de Custódia, para contato pessoal com os presos e para a apreensão das roupas que teriam sido usadas por eles no dia da suposta tortura. O MP-PR encaminhará, ainda, os rapazes para novo exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal, que será acompanhado pelos promotores de Justiça designados.
Os autos de investigação sobre a morte da adolescente estão sob responsabilidade da 2ª Promotoria de Justiça de Colombo, e de promotor do Centro de Apoio Operacional das Promotorias Criminais, especialmente designado para o caso, que estão tomando todas as providências para que o crime possa ser devidamente elucidado. Os autos tramitam em segredo de Justiça em razão da natureza do crime (contra a dignidade sexual) e da qualidade da vítima (adolescente).
Fonte: Site MP/PR
