O primeiro depoente de hoje na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira, Gleyb Ferreira da Cruz, foi dispensado após ter exercido seu direito de permanecer em silêncio.
O deputado Cândido Vacarezza (PT-SP) sugeriu que a CPMI não receba os habeas corpus concedidos pela Justiça para que os depoentes permaneçam em silêncio, uma vez que “isso é uma repetição de um direito que já está expresso na Constituição”. O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) chegou a sugerir que os documentos sejam devolvidos ao Supremo Tribunal Federal. “Os parlamentares são responsáveis pelo cumprimento da Constituição”, afirmou.
Vacarezza ressaltou que Cachoeira compareceu sem habeas corpus e que, mesmo assim, utilizou o direito de ficar em silêncio. “Não existe necessidade deste exibicionismo de réus e advogados”, criticou o parlamentar.
A reunião da CPMI está sendo realizada na Sala 2, da Ala Senador Nilo Coelho, no Senado.
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Fonte: Portal Câmara dos Deputados
