Representantes da indústria afirmaram há pouco que a redução das contas de luz, prevista na Medida Provisória 579/12, vai melhorar a competitividade do setor. “A indústria vai sair do momento difícil que atravessa, e a MP faz parte desse processo”, disse o integrante do Conselho de infraestrutura da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Paulo Pedrosa.
No caso das grandes empresas, o governo acredita que a MP possa gerar uma diminuição de 19% a 28% nas tarifas pagas.
Por sua vez, o gerente do Departamento de Infraestrutura da Fiesp, Roberto Moussalem, defendeu que a medida não significa quebra de contrato com as geradoras. Conforme ressaltou, o texto determina que o contrato de concessão tem prazo suficiente para amortização dos investimentos.
Paulo Pedrosa informou que a indústria responde por 43% do consumo de energia no Brasil. Ele defendeu ainda que o governo incentive a compra de energia no mercado livre (quando o cliente tem liberdade para escolher o fornecedor e negociar preços), a fim de melhorar a competitividade nacional.
Os industriais participam, neste momento, da segunda audiência pública sobre a MP 579/12, que altera o marco regulatório do setor elétrico. A reunião ocorre no Plenário 19 da Ala Alexandre Costa do Senado.
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Fonte: Portal Câmara dos Deputados
