O presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales, defendeu a necessidade de promover a redução das tarifas de energia, como pretende o governo na Medida Provisória 579/12, mas sustentou que isso está sendo feito “de maneira absolutamente inadequada”. Ele criticou especialmente a “falta de transparência” da metodologia que trata das indenizações às geradoras pelos investimentos em curso. Para o especialista, “não basta estabelecer um valor, é necessário conhecer a metodologia com que se chegou a esse número”.
Sales também destacou que a comissão mista que analisa a proposta reveja as datas para que as empresas assinem os novos contratos com o governo. A MP estabelece a renovação antecipada dos contratos de concessão que vencem entre 2015 e 2017, a fim de mudar o modelo tarifário no País.
O dirigente participa, neste momento, da segunda audiência pública sobre a MP 579/12. A reunião ocorre no Plenário 19 da Ala Alexandre Costa do Senado.
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Fonte: Portal Câmara dos Deputados
