Começou há pouco a audiência pública da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado que discutirá ao longo da tarde o contrabando de cigarros paraguaios que entram no Brasil.
O primeiro a falar é o jornalista Marcelo Rezende. Ele afirmou que não só o problema, como também a solução, já são do conhecimento de todos: fiscalização ou a falta dela. “As fronteiras são muitos extensas. Porém, isto não é desculpa para a falta de pessoal que vai trabalhar no combate. Falta vontade política”, defendeu o jornalista que realizou reportagem extensa sobre o tema que levou os deputados Enio Bacci (PDT-RS) e Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) a proporem a audiência pública.
Resende afirmou ainda que o problema não está só nas fronteiras, mas também em outros pontos de entrada de mercadorias no País. Segundo ele, no porto de Santos existem apenas 160 auditores fiscais, enquanto no porto de Amsterdam, que é menor que o brasileiro, existem 4.000 auditores.
A audiência pública está sendo presidida pelo deputado Enio Bacci (PDT-RS), um dos autores do requerimento.
Além do jornalista Marcelo Rezende, estão presentes o presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO), Roberto Abdenur; os auditores fiscais da Receita Federal do Brasil (RFB/MF), Marcelo Fisch B. Menezes e Waltoedson Dourado de Arruda; e o chefe da Divisão de Combate ao Crime do Departamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Mato Grosso do Sul, Moisés Dionísio da Silva.
O debate ocorre no auditório Nereu Ramos.
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Fonte: Portal C?¢mara dos Deputados
