DOURADOS (MS) – Fazendo uma abordagem completa da carreira do Magistrado, desde o ingresso na profissão, passando pelo exercício maior de sua função, até a aposentadoria, o médico do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), Luiz Eduardo Miranda Gonzaga, fez palestra no Encontro Estadual da Magistratura de Mato Grosso do Sul. Durante sua apresentação, na manhã desta sexta-feira (3), Gonzaga abordou os principais problemas de saúde que rondam os Juízes em sua palestra: A Saúde do Magistrado. Deficiências com a alimentação, posição errada na hora de trabalhar, excesso de processos, pressão externa e interna e falta de preparo para se aposentar foram alguns dos principais problemas citados pelo médico. Para ele, a saúde dos Magistrados deve ser tradada de forma séria e eficiente. “Para melhorar, todos precisam conhecer os riscos reais e o modo de vida dos Magistrados. Dessa maneira, será possível criar um plano em que as Associações e Tribunais possam executar para o enfrentamento dessas situações”, recomendou Luiz Eduardo Gonzaga.O Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Hildebrando Coelho Neto, que irá se aposentar em breve, acredita na necessidade de um preparo prévio por parte do Magistrado. “A gente tem que ter uma preparação para se aposentar. Temos consciência que o tempo está chegando, mas os serviços são tantos que acabamos sendo pegos no ‘susto’”, brincou o Magistrado. “A abordagem do doutor foi muito esclarecedora e mostra que temos problemas que acontecem com todos”, disse Hildebrando.Nelson Calandra participou da palestra e destacou a importância que há um trabalho de alerta e de conscientização, como o realizado pelo médico especialista do TJMG. “O trabalho do dr. Luiz é muito profundo. Nós temos sempre que convidá-lo para falar e conscientizar o Juiz que a vida não é só trabalho. Sem um corpo preservado, sem uma mente preservada, o resultado tende a ser o desastre”, advertiu o Presidente da AMB. Luiz Gonzaga defende a criação de um programa de qualidade de vida nos Tribunais. “Deve-se fazer avaliações periódicas e um atendimento psicológico ao Magistrado. Caso contrário, o Juiz fica refém da sua angústia, sem uma saída para seu quadro angustiante. Quando ele liberar suas aflições, pode redirecionar o trabalho de uma forma mais produtiva e objetiva e menos indutora de adoecimentos”, endossou o médico.DOURADOS (MS) – Fazendo uma abordagem completa da carreira do Magistrado, desde o ingresso na profissão, passando pelo exercício maior de sua função, até a aposentadoria, o médico do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJMG), Luiz Eduardo Miranda Gonzaga, fez palestra no Encontro Estadual da Magistratura de Mato Grosso do Sul. Durante sua apresentação, na manhã desta sexta-feira (3), Gonzaga abordou os principais problemas de saúde que rondam os Juízes em sua palestra: A Saúde do Magistrado. Deficiências com a alimentação, posição errada na hora de trabalhar, excesso de processos, pressão externa e interna e falta de preparo para se aposentar foram alguns dos principais problemas citados pelo médico. Para ele, a saúde dos Magistrados deve ser tradada de forma séria e eficiente. “Para melhorar, todos precisam conhecer os riscos reais e o modo de vida dos Magistrados. Dessa maneira, será possível criar um plano em que as Associações e Tribunais possam executar para o enfrentamento dessas situações”, recomendou Luiz Eduardo Gonzaga.O Presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Hildebrando Coelho Neto, que irá se aposentar em breve, acredita na necessidade de um preparo prévio por parte do Magistrado. “A gente tem que ter uma preparação para se aposentar. Temos consciência que o tempo está chegando, mas os serviços são tantos que acabamos sendo pegos no ‘susto’”, brincou o Magistrado. “A abordagem do doutor foi muito esclarecedora e mostra que temos problemas que acontecem com todos”, disse Hildebrando.Nelson Calandra participou da palestra e destacou a importância que há um trabalho de alerta e de conscientização, como o realizado pelo médico especialista do TJMG. “O trabalho do dr. Luiz é muito profundo. Nós temos sempre que convidá-lo para falar e conscientizar o Juiz que a vida não é só trabalho. Sem um corpo preservado, sem uma mente preservada, o resultado tende a ser o desastre”, advertiu o Presidente da AMB. Luiz Gonzaga defende a criação de um programa de qualidade de vida nos Tribunais. “Deve-se fazer avaliações periódicas e um atendimento psicológico ao Magistrado. Caso contrário, o Juiz fica refém da sua angústia, sem uma saída para seu quadro angustiante. Quando ele liberar suas aflições, pode redirecionar o trabalho de uma forma mais produtiva e objetiva e menos indutora de adoecimentos”, endossou o médico.
Fonte: AMB
