“O mundo sabe que é mentira que a economia verde é a alternativa de sustentabilidade do planeta. O mundo, por ocasião da Rio+20, se dará mais uma vez conta do limite de consumo e produção de alimentos que há a cada dia”, alertou a deputada explicando que já está sendo apontado pelas entidades que compõem o comitê da Rio+20 que a água é um direito de todos os povos e de todos os seres.
“A produção da agricultura ecológica é, sem dúvida, não apenas uma alternativa alimentar mais saudável, mas a única que há para sustentar o ambiente de água no mundo. Essa visão é um desafio, porque exige uma reeducação do sistema de produção e consumo”, disse a parlamentar.
“Mas o Rio Grande do Sul está de parabéns”, comemorou a parlamentar lembrando: “Temos a lei aprovada a partir da proposta do deputado Edegar Pretto sobre a fiscalização e a liberação de produtos da agricultura familiar para circularem em todos os Municípios do Estado nos quais o SIM existir. Há a lei de minha autoria sobre alimentação sustentável e ainda uma outra do governo acerca do sistema de compras. Essas três leis juntas darão sustentabilidade ao território gaúcho e serão exemplares para o país e para o mundo enquanto valorização da agricultura familiar, da sustentabilidade e da qualidade alimentar. Estaremos comendo melhor e, sem o atravessador, pagando menos. As escolas, os presídios e os demais órgãos do Estado poderão ser adquiridores diretos de produtos da agricultura familiar”.
Fonte: AL/RS
