Os deputados da Bancada do PSDB classificaram a proposta de criação da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) como um cheque em branco de cargos e salários. O líder tucano, deputado Lucas Redecker, questionou a ausência de informações importantes para formação de um novo órgão, como orçamento e o prazo dos mandatos dos diretores.
Redecker cobrou mais tempo para debater a proposta e encaminhou o voto contrário da bancada. “Se tivéssemos mais uma semana para discutir poderíamos votar favoravelmente”, indicou. O parlamentar disse ainda que a criação da EGR não discute preços menores nas praças já existentes nas rodovias e nem um novo modelo de pedágios ao Estado.
O deputado Jorge Pozzobom também questionou a pressa do governo em estabelecer, a toque de caixa, um novo órgão. Pozzobom lamentou a intransigência da administração petista que promoveu modificações significativas no projeto de lei enviado há 30 dias e não permitiu análise aprofundada do legislativo. “O governo modificou todo o projeto. Tem mais de trinta artigos novos na proposta. Precisamos de mais tempo para debater”, apelou.
A deputada Zilá Breitenbach defendeu o uso da experiência do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) ao invés da criação de uma nova empresa. “Isso é o mínimo que a administração pode fazer em respeito aos servidores e a sociedade”, avaliou. Ela classificou como desperdício de dinheiro público a criação do novo órgão.
Para o deputado Pedro Pereira, o governo Tarso está criando apenas mais um cabide de emprego para acomodar “companheiros” dos partidos da base de apoio. Pereira alertou para a tentativa de distorção da discussão relativa a criação da EGR. “O debate não é sobre permanência ou não dos pedágios. A discussão é sobre a criação de uma nova empresa pública. Os deputados da base tentaram confundir a opinião pública, rotulando quem é contra ou a favor dos pedágios”, afirmou.
Redecker cobrou mais tempo para debater a proposta e encaminhou o voto contrário da bancada. “Se tivéssemos mais uma semana para discutir poderíamos votar favoravelmente”, indicou. O parlamentar disse ainda que a criação da EGR não discute preços menores nas praças já existentes nas rodovias e nem um novo modelo de pedágios ao Estado.
O deputado Jorge Pozzobom também questionou a pressa do governo em estabelecer, a toque de caixa, um novo órgão. Pozzobom lamentou a intransigência da administração petista que promoveu modificações significativas no projeto de lei enviado há 30 dias e não permitiu análise aprofundada do legislativo. “O governo modificou todo o projeto. Tem mais de trinta artigos novos na proposta. Precisamos de mais tempo para debater”, apelou.
A deputada Zilá Breitenbach defendeu o uso da experiência do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer) ao invés da criação de uma nova empresa. “Isso é o mínimo que a administração pode fazer em respeito aos servidores e a sociedade”, avaliou. Ela classificou como desperdício de dinheiro público a criação do novo órgão.
Para o deputado Pedro Pereira, o governo Tarso está criando apenas mais um cabide de emprego para acomodar “companheiros” dos partidos da base de apoio. Pereira alertou para a tentativa de distorção da discussão relativa a criação da EGR. “O debate não é sobre permanência ou não dos pedágios. A discussão é sobre a criação de uma nova empresa pública. Os deputados da base tentaram confundir a opinião pública, rotulando quem é contra ou a favor dos pedágios”, afirmou.
Fonte: AL/RS
