A audiência contou com a presença do deputado estadual Professor Lemos (PT) e do deputado federal Dr. Rosinha (PT). Existe também no Congresso Nacional uma discussão acerca da redução da jornada de trabalho na saúde. Participaram do encontro, ainda, representantes da Secretaria de Estado da Saúde, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), do Sindicato dos Servidores da Saúde (Sindisaúde), do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Curitiba e Região Metropolitana (Sindesc), do Sindicato dos Servidores Municipais de Curitiba (Sismuc), da Nova Central Sindical dos Trabalhadores, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS) e do Hospital Pequeno Príncipe.
Luta histórica – Segundo a secretária-geral do Sindisaúde, Elaine Rodela, a luta para implantação de carga de 30 horárias é histórica no Paraná, portanto a mobilização é necessária, na tentativa de sensibilizar governantes e administradores de hospital. “Que os gestores e donos de hospitais lembrem há quanto tempo estamos buscando a redução de jornada, desde 1990. Faremos quantas discussões e debates forem necessários para que o Estado avance, porque nós da rede estadual estamos submetidos às mesmas condições de trabalho e adoecimentos por conta da carga excessiva. A audiência reforça a nossa luta”, afirmou a sindicalista.
Já a presidente do Sindesc, Isabel Cristina Gonçalves, lembra da redução de carga horária em hospitais privados por conta da organização dos trabalhadores. Segundo ela, a audiência pública é o canal legítimo e importante para amplificar a demanda dos trabalhadores. “Mais uma vez estamos juntos pela implantação das 30 horas em uma audiência pública. E resistiremos até a implantação da redução de jornada. Conseguimos a diminuição da carga de 40 para 36 horas na rede privada e por isso esperamos avançar nesta proposta na rede pública”, analisou.
Fonte: AL/PR
