TRF4

TRF4, 00005 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2006.72.16.000368-1/SC, Relator Juiz Luiz Antonio Bonat , Julgado em 11/22/2007

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00005 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2006.72.16.000368-1/SC

RELATOR : Juiz LUIZ ANTONIO BONAT

APELANTE : MARIA ORILDA MOTTA

ADVOGADO : Ricardo Augusto Silveira

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL – INSS

ADVOGADO : Solange Dias Campos Preussler

APELADO : SUSELEI SALVALAGGIO SCHMITZ

ADVOGADO : Alendre Borges Dornelles e outros

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. PENSÃO POR MORTE. COMPANHEIRA. NÃO-COMPROVAÇÃO.

CONCUBINATO IMPURO.

1. Para a concessão do benefício de pensão por morte, no caso de companheira, há necessidade de comprovação de união estável.

2. Na hipótese, não restou comprovada sua condição de companheira do segurado falecido tendo em vista que se trata de

concubinato impuro, sem o intuito de vida em comum e constituição de família, não fazendo jus, portanto, à concessão do benefício

de pensão por morte.

3. Apelação da parte autora improvida.

ACÓRDÃO

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Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª
Região, por unanimidade, negar provimento ao apelo da parte autora, nos termos do relatório, voto e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 06 de novembro de 2007.

Como citar e referenciar este artigo:
JURISPRUDÊNCIAS,. TRF4, 00005 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2006.72.16.000368-1/SC, Relator Juiz Luiz Antonio Bonat , Julgado em 11/22/2007. Florianópolis: Portal Jurídico Investidura, 2010. Disponível em: https://investidura.com.br/jurisprudencias/trf4/trf4-00005-apelacao-civel-no-2006-72-16-000368-1-sc-relator-juiz-luiz-antonio-bonat-julgado-em-11-22-2007/ Acesso em: 04 abr. 2026