Política

O fenomenal prestígio de FHC

O fenomenal prestígio de FHC

 

 

Ricardo Bergamini*

 

 

 

“No Brasil quem tem um olho é rei, quem tem dois é maluco”. (Olavo de Carvalho).

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O PIB PER CAPITA apurado no ano de 1994 foi de US$ 3.546,00.  Com base nos números conhecidos até novembro de 2002 podemos projetar com total segurança um PIB PER CAPITA de US$ 2.680,00 para o corrente ano, ou seja: 32,31% menor do que o apurado no ano de 1994. Avança Brasil!!!!! (para o abismo).

 

O PIB apurado no ano de 1994 foi de US$ 543,1 bilhões. Com base nos números conhecidos até novembro de 2002 podemos projetar com total segurança um PIB de US$ 471,7 bilhões para o corrente ano, ou seja: 15,14% menor do que o apurado no ano de 1994. Avança Brasil!!! (para o abismo).

 

Em 1994 a taxa média de desemprego aberto, medida pelo IBGE, foi de 5,1%. Em novembro de 2002 ficou em 7,1%, sendo a média do ano de 2002 de 7,3%. Houve um crescimento do desemprego de 43,14% em comparação ao ano de 1994.

 

Em novembro de 2002 cabe ressaltar o perfil da amostragem analisada, qual seja: empregados com carteira assinada (42,3%); sem carteira assinada (26,0%); trabalho por conta própria (20,8%); patrões (3,8%), e finalmente desocupados (7,1%). Portanto um contingente de 33,1% dos economicamente ativos, compostos dos sem carteira assinada e desocupados, é excluído do Brasil Oficial.

 

Bastam as conclusões acima colocadas para justificar e explicar os motivos pelos quais o Sr. FHC tem recebido tantos prêmios nacionais e internacionais:

 

– Os prêmios nacionais concedidos pelos “carrapatos do poder” (públicos e privados) pelo coroamento da vitória irreversível e definitiva do “Estado Brasileiro” (carga tributária de 36% do PIB) sobre a pobre e miserável “Nação Brasileira” habitada por caipiras (definição de FHC para o povo brasileiro).

 

– Os prêmios internacionais pelo coroamento do atraso definitivo e irreversível do Brasil.

 

Para encerrar cabe ressaltar que tamanha destruição do Brasil foi um projeto muito bem articulado e apoiado por interesses fora do Brasil sob a liderança interna de FHC, haja vista sua confissão de culpa, conforme comprovado pelos dois motivos abaixo mencionados:

 

– O seu segundo auto-exílio no exterior, junto aos seus chefes e líderes do “Primeiro Mundo”, após o final de seu mandato, visto seu medo em transitar livremente junto ao povo caipira traído por ele.

 

– A necessidade de ser acobertado pela famigerada “Lei da Mordaça”, impedindo que o povo caipira possa cobrar qualquer responsabilidade do ilustre “Estadista Mundial” FHC.

 

 

* Economista, formado em 1974 pela Faculdade Candido Mendes no Rio de Janeiro, com cursos de extensão em Engenharia Econômica pela UFRJ, no período de 1974/1976, e MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC/RJ, no período de1988/1989. Membro da área internacional do Lloyds Bank (Rio de Janeiro e Citibank (Nova York e Rio de Janeiro). Exerceu diversos cargos executivos, na área financeira em empresas como Cosigua – Nuclebrás – Multifrabril – IESA Desde de 1996 reside em Florianópolis onde atua como consultor de empresas e palestrante, assessorando empresas da região sul.

 

 

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Como citar e referenciar este artigo:
BERGAMINI, Ricardo. O fenomenal prestígio de FHC. Florianópolis: Portal Jurídico Investidura, 2008. Disponível em: https://investidura.com.br/artigos/politica/o-fenomenal-prestigio-de-fhc/ Acesso em: 20 fev. 2024