CNM
O relatório final da Subcomissão Temporária de Políticas Sociais para Dependentes Químicos de Álcool, Crack e Outras Drogas do Senado Federal deve ser votado nesta terça-feira, 6 de dezembro. O documento elaborado após seis meses de trabalho indica diversas medida a serem adotadas pela União, Estado e Municípios, além de alterações na legislação atual.
A relatora da subcomissão, Ana Amélia (PP-RS), apresentou o balanço das atividades no dia 30 de novembro. Em síntese, inclui sugestões de políticas públicas para a área ? como reforçar o apoio às comunidades terapêuticas ? e dispõe uma lista de sugestões feita a partir da série de audiências públicas e de mensagens recebidas por um hotsite aberto ao público.
Por entender que a porta de entrada para drogas mais nocivas é a bebida alcoólica, o texto sugere a proibição da propaganda de bebidas alcoólicas, a restrição da comercialização do produto, o aumento de impostos e também a integração entre os diversos níveis de governo.
Abuso do álcool
De acordo com o presidente da subcomissão, Wellington Dias (PT-PI), apesar do aumento do consumo das drogas ilegais, o abuso do álcool é ainda mais preocupante. ?A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que álcool é o mais grave dos problemas relacionado às drogas em todo o mundo, e recomenda que todos os países possam adotar, até 2012, políticas para redução do consumo?, disse.
Um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgado em 2010 mostrou que o crack se espalhou, e chegou a 98% dos Municípios do País. No entanto, para o presidente da Comissão, a população brasileira está envolvida com drogas ilícitas é de aproximadamente 1%. Enquanto o porcentual do uso sistemático do álcool chega a 10%.
Enfrentamento
O parlamentar também destaca: a OMS estima que o Brasil tenha um prejuízo anual aproximado de R$ 30 bilhões devido à falta de uma política adequada de combate às drogas. Para ele são necessários cerca de R$ 3 bilhões para desenvolver uma rede de enfrentamento às drogas e de tratamento aos dependentes no Brasil. ?A idéia é obter esse recurso da própria venda das drogas consideradas legais, como álcool e cigarro?, declarou o presidente da subcomissão.
Da Agência CNM, com informações da Agência Brasil
CNM
O relatório final da Subcomissão Temporária de Políticas Sociais para Dependentes Químicos de Álcool, Crack e Outras Drogas do Senado Federal deve ser votado nesta terça-feira, 6 de dezembro. O documento elaborado após seis meses de trabalho indica diversas medida a serem adotadas pela União, Estado e Municípios, além de alterações na legislação atual.
A relatora da subcomissão, Ana Amélia (PP-RS), apresentou o balanço das atividades no dia 30 de novembro. Em síntese, inclui sugestões de políticas públicas para a área ? como reforçar o apoio às comunidades terapêuticas ? e dispõe uma lista de sugestões feita a partir da série de audiências públicas e de mensagens recebidas por um hotsite aberto ao público.
Por entender que a porta de entrada para drogas mais nocivas é a bebida alcoólica, o texto sugere a proibição da propaganda de bebidas alcoólicas, a restrição da comercialização do produto, o aumento de impostos e também a integração entre os diversos níveis de governo.
Abuso do álcool
De acordo com o presidente da subcomissão, Wellington Dias (PT-PI), apesar do aumento do consumo das drogas ilegais, o abuso do álcool é ainda mais preocupante. ?A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que álcool é o mais grave dos problemas relacionado às drogas em todo o mundo, e recomenda que todos os países possam adotar, até 2012, políticas para redução do consumo?, disse.
Um estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgado em 2010 mostrou que o crack se espalhou, e chegou a 98% dos Municípios do País. No entanto, para o presidente da Comissão, a população brasileira está envolvida com drogas ilícitas é de aproximadamente 1%. Enquanto o porcentual do uso sistemático do álcool chega a 10%.
Enfrentamento
O parlamentar também destaca: a OMS estima que o Brasil tenha um prejuízo anual aproximado de R$ 30 bilhões devido à falta de uma política adequada de combate às drogas. Para ele são necessários cerca de R$ 3 bilhões para desenvolver uma rede de enfrentamento às drogas e de tratamento aos dependentes no Brasil. ?A idéia é obter esse recurso da própria venda das drogas consideradas legais, como álcool e cigarro?, declarou o presidente da subcomissão.
Da Agência CNM, com informações da Agência Brasil
Fonte: CNM
