O ex-prefeito de Águas Lindas de Goiás, José Zito Gonçalves de Siqueira (de 2001 a 2004) vai responder a mais uma ação civil pública por ato de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO). Agora são três processos em pouco mais de um ano. Neste caso, foi pela falta de comprovação do uso de verbas federais do Fundo Nacional de Saúde. As cifras milionárias gastas sem comprovação e sem prestação de contas ultrapassam R$ 1,3 milhão.
Além do prefeito, são apontados na ação da Procuradoria da República no Município de Anápolis (GO) os ex-secretários de saúde de Águas Lindas, Maria do Céu Laranjeira e Edson Lopes Rodrigues.
No ano passado, José Zito foi apontado pelo MPF por desvio de verbas destinadas a melhorias de escolas no município (valor de R$ 50 mil repassado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE).
Também em julho do ano passado, o ex-prefeito foi acionado na Justiça Federal devido a um contrato irregular de quase R$ 5 milhões celebrado com a empresa GAE Construção & Comércio. O dinheiro era para promover ações de reestruturação e interligação de áreas urbanas, além de adequação de vias.
Nas três ações, o MPF pede a condenação do ex-prefeito e dos envolvidos por improbidade administrativa. A pena prevista é de ressarcimento ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, multa e proibição de contratar com o Poder Público.
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Fonte: MPF
