O Tribunal de Justiça se reuniu novamente e decidiu rever os índices, estabelecendo uma proposta linear de 18%, que ainda encontra resistência entre deputados. Submetida à CCJ, a matéria teve a votação suspensa em razão de pedido de vistas apresentado pelo deputado Tadeu Veneri (PT) e estendido aos demais membros da comissão. Para evitar que o ônus de alguma eventual obstrução ficasse por conta da CCJ, seu presidente, deputado Nelson Justus (DEM), convocou a reunião extraordinária e apresentou uma emenda substitutiva dispondo que não serão cobradas taxas e emolumentos nos casos de regularização fundiária de caráter social, como é o caso específico do programa Minha Casa, Minha Vida.
A emenda foi aprovada por unanimidade. E o texto da proposta, que tinha parecer favorável do relator, deputado Fernando Scanavacca (PDT), foi aprovado com o voto contrário do deputado Tadeu Veneri, que defende uma mudança nos critérios da tabela, com taxas gradativas de modo a não penalizar as faixas de renda mais baixas.
Fonte: AL/PR
