“Tivemos uma série de informações desencontradas. Passamos a noite estudando e consultando juristas, inclusive a nossa Procuradoria. Tivemos uma conversa com o presidente Kfouri. Eu expus a ele o nosso posicionamento, que se houvesse o aumento para a população, nós não convocaríamos. Ainda ontem, na conversa que tivemos, foi este o posicionamento. E hoje chegamos à conclusão que este aumento de 50% não sai dos cartórios, sai da população”.
O presidente do TJ reconheceu que o aumento atinge a população, embora não na sua maioria, e também classificou a medida como “antipática”, afinal os paranaenses teriam algum ônus, mesmo com a exclusão de determinadas categorias. “Não tem milagre. Este reajuste sairia do contribuinte. Só que no caso do Funrejus, tem 19 cláusulas de exclusão. Por exemplo, um imóvel de até 70 metros quadrados não paga. Funcionário público também não paga. Somente atos com valores declarados pagam, atos cartoriais de protestos de títulos, tabelionato e registro de imóveis”, explicou Kfouri Neto.
Fonte: AL/PR
