O ex-vereador Wladimir Garcez optou por não responder à grande maioria das perguntas feitas pelo relator da CPMI, deputado Odair Cunha (PT-MG). Ele reiterou apenas trechos de seu depoimento inicial, em que afirmara que não houve entrega de dinheiro no Palácio das Esmeraldas (sede do Governo de Goiás) e que não houve irregularidades na venda da casa do governador Marconi Perillo para o contraventor Carlos Cachoeira, a quem Garcez assessorava.
Os deputados e senadores continuam fazendo perguntas a Wladimir, que sempre repete que não responderá porque a Constituição permite que o acusado não produza provas contra si mesmo.
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Fonte: Portal Câmara dos Deputados
