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Repercute artigo de Nelson Missias em defesa das promoções de Juízes mineiros no CNJ

Desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais fizeram um voto de congratulações pela atuação do ex-Presidente da Amagis e Secretário-geral da AMB, Desembargador Nelson Missias de Morais, em defesa dos atos do Judiciário mineiro que promoveram 511 Magistrados, durante o período em que foram julgados e referendados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no último dia 12 de março.A manifestação foi feita pelo Desembargador Herbert Carneiro e aprovada pelo Presidente da sessão, Desembargador Delmival de Almeida Campos, classificando-a como uma justa homenagem, e determinou que o voto e o artigo publicado por Nelson Missias na Imprensa sobre o assunto fossem inseridos em ata. As promoções dos magistrados mineiros, desde janeiro de 2006, haviam sido contestadas por duas representações no CNJ.“Registro, hoje, com muita satisfação, e pediria que fosse encaminhada a Sua Excelência, uma manifestação de congratulações pela lucidez do artigo que nosso eminentíssimo Desembargador Nelson Missias de Morais fez publicar no jornal ‘Hoje em Dia’ e já, inclusive, publicado no site da Amagis. Um lúcido artigo sob o título “Leviandade e mentira são derrotadas novamente”, apontou o Desembargador Herbert Carneiro, destacando o posicionamento firme e coerente da Amagis em todo o processo.O Presidente da sessão, Delmival de Almeida, determinou a comunicação a Nelson Missias. “Dispensando-me de consultar os demais pares, dada a justiça da homenagem e também por saber estar interpretando o sentimento de todos, determino seja inserido em ata o voto proposto, fazendo-se a devida comunicação ao Desembargador Nelson Missias de Morais”. Ele ainda destacou a coerência e firmeza da Amagis no mesmo processo.A decisão do CNJ confirmando, por unanimidade, a lisura das promoções em Minas e o artigo de Nelson Missias repercutiram também fora de Minas. “O ex-Presidente da Amagis e Desembargador Nelson Missias de Morais, como sempre, é um Magistrado conectado com os problemas da Magistratura brasileira e de Minas Gerais, e retratou, de forma lúcida, em seu artigo, a grandeza do Tribunal de Minas e da Magistratura de seu Estado. Posso afirmar, com toda a segurança, que o Conselho Nacional de Justiça agiu com muito acerto no caso das promoções de Minas”, disse o Presidente da AMB, Nelson Calandra.O Vice-Presidente Administrativo da AMB, Marcos Daros, avaliou que o CNJ reconheceu e aplicou a legislação constitucional brasileira, fazendo prevalecer não apenas o direito de Magistrados, relativamente ao que ocorreu com cada um deles na carreira, direta e indiretamente, e também enalteceu a organização e aplicação de direito por um tribunal, no caso o Tribunal de Justiça de Minas.“Entendo que a decisão do CNJ veio para assegurar esses direitos dos Magistrados e a forma de agir administrativamente de um Tribunal, em um nível de absoluta decência, absoluta subordinação ao Estado de Direito”, disse Daros, destacando ainda a firme defesa feita por Nelson Missias durante o processo e em artigos publicados na Imprensa.O Coordenador da Justiça Estadual da AMB, Walter Pereira de Souza, criticou o que chamou de interesse pessoal e disputa paroquiana, feitos com o objetivo de servir de norte às ações desagregadoras desencadeadas por quem prega um duvidoso “movimento associativo”. “Deste modo, em especial aos Colegas Mineiros, que muito contribuíram e muito ainda têm a contribuir, conclamo cerrem fileiras com a AMB e a sua Coordenadoria Estadual para o debate franco e reivindicações impessoais em favor da Magistratura Nacional. Seguiremos fiéis ao propósito de cumprir a meta definida pelo Presidente Calandra que é a defesa intransigente da Magistratura”, pontuou o Coordenador.O Presidente da Amagis, Juiz Bruno Terra, considerou que a decisão do CNJ é relevante não apenas para o Poder Judiciário e para a Magistratura mineira, como também para a cidadania e o bom funcionamento do Estado. “O nível de compreensão mostrado por suas excelências, os senhores Conselheiros do CNJ, em um trabalho laborioso, serve de exemplo para todos nós, neste caso. Parabéns a todos os Magistrados mineiros, parabéns à sociedade mineira, que viu desaparecer do horizonte a sombra de uma ameaça à cidadania”, disse Bruno Terra, ao destacar que o artigo de Nelson Missias versou sobre tema extremamente caro à Magistratura séria e à cidadania mineiras. “Não é necessário lembrar a importância nacional de Nelson Missias para a Magistratura”, disse.Ressaltou ainda que a Amagis atuou de forma inarredável em defesa das promoções dos Juízes mineiros e dos atos praticados pelo Tribunal de Justiça. Em seu artigo, Nelson Missias destacou a decisão do CNJ que reafirmou a legalidade das promoções de 511 Magistrados, feitas pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) nos últimos seis anos.“Por força do direito e de uma decisão superior, os detratores saem mais uma vez de cena para dar lugar à legalidade e ao Estado de Direito. Não se tratam mais de arroubos, leviandade e manipulação da imprensa; agora é a vez do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se manifestar, como fez na sessão da última segunda (12 de março), e confirmar, pela unanimidade de seus Conselheiros, que as mais de 500 promoções feitas pelo TJMG, envolvendo 450 Juízes e 61 Desembargadores, foram e são legais e estão moralmente corretas”.

Fonte: AMB

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NOTÍCIAS,. Repercute artigo de Nelson Missias em defesa das promoções de Juízes mineiros no CNJ. Florianópolis: Portal Jurídico Investidura, 2012. Disponível em: https://investidura.com.br/noticias/amb/repercute-artigo-de-nelson-missias-em-defesa-das-promocoes-de-juizes-mineiros-no-cnj/ Acesso em: 21 fev. 2026