O deputado Adão Villaverde (PT) representou a presidência da Assembleia Legislativa, na manhã de sábado (21), no Centro Humanístico Vida, na zona norte da capital, no lançamento do programa estadual “RS Mais Renda” e no ato de adesão de 33 municípios da Região Metropolitana ao programa “RS Mais Igual” do governo do Estado. Esta parceria vai promover ações de transferência de renda, ampliação do acesso aos serviços públicos e geração de oportunidades à população que vive em situação de vulnerabilidade econômica e social. Ao todo, 150 municípios já aderiram ao programa, que está integrado ao Plano Brasil Sem Miséria, da União. Já o RS Mais Renda visa estimular o desenvolvimento do Rio Grande do Sul por meio da qualificação de recursos humanos. O Executivo pagará uma complementação de renda mensal de R$ 50,00 para os beneficiários do Bolsa Família, que estejam matriculados no ensino médio, EJA ou cursos de qualificação profissional. Os primeiros cartões de benefícios do RS Mais Renda foram entregues durante a solenidade, pelo governador Tarso Genro, e por Villaverde.
Para ele, o programa “também amplia o acesso aos serviços públicos e gera oportunidades de qualificação para os mais vulneráveis”. Os cartões possibilitam sacar os valores em agências da Caixa Econômica Federal ou casas lotérica por, no mínimo, seis meses.
Desde março, o RS Mais Renda já beneficia 5.514 pessoas. O chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, destacou que a meta é atingir 90 mil famílias até 2014, sendo 22 mil até o final de 2012, 28 mil em 2013 e 40 mil em 2014, totalizando 306 mil pessoas em situação de extrema pobreza no Estado. Segundo ele, este é um dos projetos mais importantes para o Governo gaúcho porque investe nas pessoas que mais precisam da presença do Estado.
O governador Tarso Genro disse que o RS Mais Renda integrado com o Bolsa Família é a porta de saída da miséria absoluta no Estado, porque dá às pessoas uma chance de disputar uma colocação no mercado de trabalho nas diversas oportunidades que o País hoje oferece. Em seu discurso, Tarso ressaltou que o programa não é uma dádiva, nem apenas mais um projeto social, e sim um programa de inclusão social, profissional e técnica contra a desigualdade de oportunidades.
Paralelo ao lançamento do RS Mais Renda e a adesão dos municípios ao RS Mais Igual, o Governo do Estado promoveu também o quarto Mutirão Social para buscar as famílias que ainda estão fora do cadastro único – responsável pelos benefícios dos programas sociais. Além da inscrição no Bolsa Família, RS Mais Renda, Minha Casa Minha Vida, Tarifa Social de Energia e Próximo Passo, as pessoas puderam ter acesso à confecção gratuita de documentos, como a carteira de identidade, CPF, certidões, oficinas culturais e de reciclagem, feira de economia solidária e inclusão digital.
Atualmente o RS possui 449.638 famílias beneficiárias com o Bolsa Família, sendo que a estimativa é de que existam no Estado 542 mil famílias em situação de pobreza extrema. Desta forma o RS é o 15° Estado mais pobre do País.
Desde março, o RS Mais Renda já beneficia 5.514 pessoas. O chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, destacou que a meta é atingir 90 mil famílias até 2014, sendo 22 mil até o final de 2012, 28 mil em 2013 e 40 mil em 2014, totalizando 306 mil pessoas em situação de extrema pobreza no Estado. Segundo ele, este é um dos projetos mais importantes para o Governo gaúcho porque investe nas pessoas que mais precisam da presença do Estado.
O governador Tarso Genro disse que o RS Mais Renda integrado com o Bolsa Família é a porta de saída da miséria absoluta no Estado, porque dá às pessoas uma chance de disputar uma colocação no mercado de trabalho nas diversas oportunidades que o País hoje oferece. Em seu discurso, Tarso ressaltou que o programa não é uma dádiva, nem apenas mais um projeto social, e sim um programa de inclusão social, profissional e técnica contra a desigualdade de oportunidades.
Paralelo ao lançamento do RS Mais Renda e a adesão dos municípios ao RS Mais Igual, o Governo do Estado promoveu também o quarto Mutirão Social para buscar as famílias que ainda estão fora do cadastro único – responsável pelos benefícios dos programas sociais. Além da inscrição no Bolsa Família, RS Mais Renda, Minha Casa Minha Vida, Tarifa Social de Energia e Próximo Passo, as pessoas puderam ter acesso à confecção gratuita de documentos, como a carteira de identidade, CPF, certidões, oficinas culturais e de reciclagem, feira de economia solidária e inclusão digital.
Atualmente o RS possui 449.638 famílias beneficiárias com o Bolsa Família, sendo que a estimativa é de que existam no Estado 542 mil famílias em situação de pobreza extrema. Desta forma o RS é o 15° Estado mais pobre do País.
* Com informações da assessoria de imprensa do governo estadual
Fonte: AL/RS
