A constituição de uma empresa de economia mista – modelo que se espelha na Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (CODECA)- ou de uma autarquia com regime especial, passa pela imediata retirada do edital de contratação de uma consultoria para os polos de pedágio. A afirmação é do Deputado Estadual Alceu Barbosa Velho (PDT), 2º vice-presidente da Assembleia Legislativa.
O parlamentar defende o sistema comunitário administrado pelos COREDES como o modelo mais adequado para os pedágios do Rio Grande do Sul. Diz que só se sentirá aliviado quando o termo de referência da consultoria for retirado pelo Governo, o que terá que ocorrer até o dia 25 de abril de 2012, data limite de possíveis contestações de parte da sociedade ou seja cinco dias antes da abertura dos envelopes, prevista para 30 de abril.
Para o Deputado “não há sentido e até é difícil para o Governo explicar a contratação de uma consultoria no valor de R$ oito milhões” para avaliar “o melhor modelo de pedágio”. Segundo Alceu, a sociedade “já definiu que deve ser o comunitário”. Quando à nova empresa afirma que terá que ser enxuta, com projetos e fiscalização do DAER, COREDES na definição das obras prioritárias, valores arrecadados em contas carimbadas e funcionários contratados via CLT.
Alceu Barbosa disse estar atento aos movimentos no Palácio Piratini e confiar na sensibilidade do Governo que não pode, em qualquer hipótese, sequer pensar na renovação dos pedágios ou manutenção do atual sistema.
Fonte: AL/RS
