O procurador-geral esteve na reunião da bancada do PT antes da sessão plenária para falar sobre o projeto de reestruturação da carreira dos servidores do Ministério Público e acabou também manifestando sua posição quanto ao auxílio-moradia. “Caso mude de ideia, a Assembleia saberá antecipadamente”, ressalvou.
Jeferson e Marchezan questionam conselheiros
Na próxima quinta-feira (19), Jeferson e o deputado federal Nelson Marchezan Júnior vão ao Ministério Público de Contas e ao Tribunal de Contas questionar a decisão do TCE que manteve a chamada parcela autônoma de equivalência, já que o conselheiro Algir Lorenzon poderia receber o auxílio-moradia, pois já pertencia à magistratura em 1994. Os parlamentares também vão entrar com uma representação contra o conselheiro Marco Peixoto, pois sua chefe de gabinete está sendo indiciada pela Polícia Federal e logo será julgada pelo Tribunal de Justiça do Estado, cujos membros também seriam beneficiados pelo auxílio-moradia.
Já o conselheiro Cesar Santolim deveria ter se declarado impedido de participar do julgamento da matéria quando o tema foi analisado pela primeira vez em agosto de 2011, pois ele já havia manifestado seu posicionamento a favor da parcela autônoma antes da sessão. “Além disso, ele ignorou o parecer da auditoria interna que revelava o rombo que esta decisão faria no erário gaúcho”, considerou Jeferson.
Fonte: AL/RS
